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Integrante de organização criminosa foragido desde 2019 é preso na Capital

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A Polícia Civil, por meio da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia de Polícia do município de Jaciara (144 km ao sul de Cuiabá), cumpriu três mandados de prisão contra um integrante de organização criminosa considerado foragido da Justiça desde 2019.

Com histórico de envolvimento em diversos crimes violentos, o investigado é apontado como um dos principais nomes da organização criminosa nas regiões sul e leste do estado, estando com três ordens de prisão em aberto, uma delas pela Quarta Vara Criminal de Rondonópolis.

Após uma série de diligências e troca de informações entre a GCCO e as Delegacias de Jaciara e Primavera do Leste, foi possível identificar o paradeiro do suspeito, que reponde a processos por diversos crimes, dentre eles tráfico de drogas, homicídios e por integrar organização criminosa.

Por meio dos levantamentos de inteligência, foi constatado que o investigado criou uma nova identidade, e estava vivendo em Cuiabá como se fosse outra pessoa. Com base nas informações levantadas, foi possível realizar a prisão do foragido, em via pública, em frente a uma clínica ortopédica no bairro Bosque da Saúde, na Capital.

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No momento de sua prisão, após abordagem realizada por equipes da GCCO, o investigado que estava na companhia de familiares, apresentou documento de identidade com dados falsos, em nome de terceira pessoa.

O investigado foi preso, conduzido para a Gerência de Combate ao Crime Organizado, onde além de ter os três mandados de prisão em aberto cumpridos foi autuado em flagrante por uso de documento falso. Após a conclusão do procedimento, ele foi apresentado à audiência de custódia.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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