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Idoso que oferecia doces e abusava de crianças na saída de escola é preso pela Polícia Civil

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Policiais da Delegacia Especializada de Defesa da Mulher, Criança e Idoso de Tangará da Serra prenderam nesta segunda-feira (18.09) um homem de 64 anos investigado pelo crime de estupro de vulnerável.

No final de agosto, a mãe de uma criança procurou a Polícia Civil relatando que sua filha tinha sido importunada sexualmente por um homem que mantinha um comércio em frente ao colégio onde a vítima estuda. A unidade especializada instaurou inquérito para apuração dos fatos e encaminhou a vítima para exame de corpo de delito e oitiva em depoimento especial.

No decorrer das diligências realizadas foi apurado que o idoso, de 64 anos, oferecia doces para que depois tocasse o corpo de várias crianças.

A equipe de investigação apurou que o idoso tem uma pequena mercearia onde faz a venda de guloseimas e outros produtos alimentícios voltados para atender o público escolar e que o investigado ficava em frente ao estabelecimento quando chegava o horário de saída das crianças. “Tal posicionamento facilitava o aliciamento das crianças que porventura passassem pela frente do local”, pontuou o delegado Jean Paulo Nascimento.

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Com os elementos informativos colhidos na investigação, o delegado requereu a prisão temporária do idoso com o fim de cessar as práticas criminosas. “As crianças que frequentam o ambiente escolar estão em risco com a liberdade do investigado, que age se aproveitando da inocência das crianças que acabam por aceitar determinados toques em troca dos doces”, argumentou o delegado.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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