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Homem é preso pela Polícia Militar após ameaçar esposa e filhas de morte em Primavera do Leste

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Um homem, de 29 anos, foi preso por policiais militares do 14º Batalhão, na noite deste domingo (28.05), suspeito por violência doméstica, lesão corporal e ameaçar a esposa e as filhas de morte, no bairro Padre Ernesto Costa, em Primavera do Leste. O casal tem filhas de um, cinco e sete anos.

Por volta das 19 horas, os militares foram acionados para atender a uma ocorrência de desentendimento familiar. Ao chegarem na casa, as equipes foram informadas que o suspeito é usuário de drogas e se irritou com a esposa, de 36 anos, pois queria dinheiro para usar entorpecentes.

As testemunhas disseram que a mulher teria sido agredida, enforcada e ameaçada de morte. Em outras situações, o homem já chegou a vender móveis e alimentos da casa para adquirir os produtos ilícitos.

O suspeito estava contido por alguns familiares. A mulher contou que eles são casados há oito anos e que o homem já chegou a ser internado em uma clínica reabilitação outras vezes.

De acordo com a vítima, na noite deste domingo, ela estava fazendo o jantar, quando o homem acordou exaltado e exigindo para que ela pedisse dinheiro à mãe para poder comprar drogas.

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Diante da negativa, o homem começou a gritar dizendo que iria matar todos que estavam na casa, inclusive as filhas. Em certo momento, a mulher ligou para a mãe para pedir ajuda e que acionasse a polícia.

O suspeito foi ao encontro da esposa, a enforcou e passou a fazer novas ameaças de morte contra a mulher e as filhas do casal, alegando que não aguentava mais o choro das crianças.

Vizinhos e familiares da vítima conseguiram segurar o suspeito até a chegada dos militares. O homem foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências que o caso requer.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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