POLICIAL

Homem é preso pela PM com dez tabletes de maconha em Cuiabá

Publicados

em

Policiais militares do 3º Batalhão realizaram a prisão de um homem de 37 anos por tráfico ilícito de drogas, na manhã desta sexta-feira (17.03), em Cuiabá. Na ação, a PM apreendeu 10 tabletes e porções de substância análoga à maconha e um simulacro de arma de fogo.

Por volta de 09h, a equipe do 3º BPM recebeu denúncia anônima sobre um ponto de venda de drogas, no bairro Três Barras. Segundo as informações recebidas, um homem seria o proprietário do local e estaria guardando entorpecentes a mando de uma organização criminosa.

De posse das informações, os policiais se deslocaram até a região e encontraram uma residência, de onde sentiram forte odor característico de entorpecentes. Ao se aproximarem do imóvel, localizaram o suspeito, que tentou fugir, sendo detido em seguida.

Em revista pessoal ao homem, os policiais militares encontraram uma sacola contendo porções de maconha. Na sequência, a equipe realizou buscas pela residência e localizou, dentro de uma geladeira, todos os tabletes de droga, que foram apreendidos. 

Leia Também:  Mais uma vítima de golpe tem valor recuperado após rápida ação da Polícia Civil

Ainda no procedimento de buscas pela casa, um simulacro de arma de fogo do tipo pistola e uma balança de precisão também foram encontrados.

O suspeito recebeu voz de prisão em flagrante e foi levado para a Central de Flagrantes, com todo o material apreendido, para registro do boletim de ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  Mais uma vítima de golpe tem valor recuperado após rápida ação da Polícia Civil

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Polícia Civil cumpre prisão de investigado que abusou sexualmente de adolescente

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA