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Homem é preso com três armas de fogo e munições em Sinop

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Policiais militares de Sinop realizaram a prisão de um homem de 69 anos pelos crimes de violência doméstica e posse ilegal de arma de fogo, na noite desta quarta-feira (06.07), no bairro Residencial Flamboyant. No local, a PM apreendeu duas espingardas, um revólver e mais de 50 munições para o armamento.

Por volta de 22h10, a PM foi acionada via 190 para verificar uma situação de violência doméstica, onde o solicitante seria o filho da vítima. No local, a testemunha relatou que os seus pais estão em processo de divórcio e que o suspeito estaria utilizando uma arma de fogo para realizar ameaças contra a vítima.

Em conversa com a vítima, a mulher revelou aos policiais que as ameaças são constantes, e que ela havia chamado o seu filho por temer por sua vida, já que o suspeito teria feito o consumo de bebidas alcoólicas.

A PM abordou o suspeito, que estava sob posse de um revólver calibre .38. Questionado sobre a denúncia de ameaças e se havia outras armas de fogo dentro da residência, o idoso respondeu positivamente às indagações.

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Em buscas pela casa, os policiais militares encontraram em um guarda-roupas duas espingardas, sendo uma de calibre .22 e outra de calibre .36. Além disso, foram localizadas 38 munições para calibre .38 e 13 munições para calibre .22

Diante dos fatos, a equipe da PM deu voz de prisão ao idoso e o encaminhou para a Delegacia de Sinop, junto com o material encontrado. No local, foi realizado o registro de boletim de ocorrência, assim como as demais providências cabíveis.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

 

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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