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Governo envia reforço policial a Brasnorte; forças de segurança fazem cerco a criminosos

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O Governo de Mato Grosso encaminhou, no início da tarde desta quinta-feira (31.7), reforço policial para as ações de segurança em Brasnorte, onde ocorreu um ataque criminoso a uma agência bancária. A Polícia Militar do município frustrou o plano de fuga dos criminosos e, em conjunto com outras equipes das forças de segurança, já faz cerco aos bandidos.

Duas equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) já estão em deslocamento para o município, com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer). Um helicóptero da base do Ciopaer de Sorriso também já está no município auxiliando no cerco aos criminosos. Uma equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) da Polícia Civil também já está em deslocamento para a região.

“Assim que tomamos conhecimento do roubo em Brasnorte, nossas equipes da região fizeram o cerco e frustraram a tentativa de fuga desses criminosos. Aqui de Cuiabá, determinamos empenho de todas as forças de segurança e enviamos reforços para o local da ocorrência, inclusive com o apoio do jato do Ciopaer, para o atendimento mais rápido possível e a captura dos responsáveis pelo ataque em Brasnorte”, ressaltou o secretário de Estado de Segurança Pública, coronel César Roveri.

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A operação de captura dos criminosos conta com reforço das equipes da Força Tática de Juína, Sinop, Alta Floresta e do 7° Comando Regional, em Tangará da Serra, além de policiais do Distrito de Brianorte e de Campo Novo do Parecis.

O ataque
Um grupo de quatro criminosos invadiu uma agência bancária do município no início da tarde desta quinta-feira, e, ao ser surpreendido pela Polícia Militar, fugiu levando reféns.

As forças de segurança iniciaram perseguição aos criminosos, que liberaram os dois reféns durante a fuga, a caminho de Juína, e fugiram para uma região de mata.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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