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Forças de segurança prendem suspeitos de atos criminosos em rodovias federais

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Agentes das Forças de Segurança do Estado efetuaram prisões e apreensões em municípios do interior, após atos de vandalismo em rodovias federais praticados por criminosos, desde o último sábado (19.11).

Em Sinop (500 km de Cuiabá), dois homens foram presos no início da tarde desta segunda-feira (21.11), suspeitos dos ataques na BR-163, no sábado (19.11). 

As prisões foram efetuadas pela Força Tática da Polícia Militar, após informações e imagens de vídeos. Na ação, os policiais apreenderam um revólver calibre 38 com 36 munições, facas, facões, combustível, celulares, isqueiro, entre outros produtos. Também havia R$ 9,9 mil em dinheiro com um dos detidos.

No sábado (19.11), outras três prisões de suspeitos de participação em atos violentos foram realizadas em Sorriso (420 km). A polícia apreendeu um simulacro de arma de fogo, quatro coquetéis molotov  e dois isqueiros.

Desde o dia 30 de outubro, as Forças de Segurança, incluindo Polícias Militar e Civil, Corpo de Bombeiros e Politec, atuam nas áreas urbanas, rodovias estaduais e federais, nessa última, em apoio à Polícia Rodoviária Federal, contra atos criminosos praticados por vândalos. 

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A Polícia Judiciária Civil tem atuado principalmente nas investigações para identificar os criminosos e efetuar as prisões para que sejam punidos judicialmente.

Fonte: PM MT

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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