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Força Tática recupera 2 toneladas de ração de gado e conduz três pessoas por furto e receptação

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional recuperaram mais de 2 toneladas de ração para gado furtadas de uma fazenda, na noite desta quarta-feira (9.7), em Rondonópolis. Na ação, dois homens foram presos e um adolescente apreendido. Com o grupo, também foram apreendidas duas armas de fogo e mais de R$ 4,7 mil em dinheiro.

De acordo com o boletim de ocorrência, as equipes policiais receberam denúncias do setor de inteligência sobre uma caminhonete Amarok de cor prata que estaria transportando uma carga de ração para gado furtada de uma propriedade rural.

Diante das informações, a equipe da Força Tática iniciou diligências pela rodovia BR-364 e localizaram o veículo, com as mesmas características informadas. Na abordagem, o homem informou para a PM ter conhecimento de que a ração que transportava era produto de furto.

Ele também disse que adquiriu o produto por meio de um funcionário da fazenda e que não seria a primeira vez que comprava a ração furtada. O suspeito foi detido pela PM, que se deslocou até a propriedade rural, onde um funcionário e um adolescente foram encontrados.

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Questionados sobre o crime, o homem disse que utilizava da confiança de seu patrão para poder fazer a retirada da ração e relatou que transportava o material até outro local, em um veículo Strada branco.

Ainda durante a abordagem na fazenda, os policiais localizaram e apreenderam duas armas de fogo, sendo uma garrucha e uma carabina, além da quantia de R$ 4,7 mil em dinheiro.

Em seguida, a equipe da Força Tática foi até o terceiro local, onde o restante da ração estava escondida. O proprietário da fazenda também foi acionado e confirmou que o produto presente era furtado e de sua propriedade.

Os três suspeitos receberam voz de prisão em flagrante e foram conduzidos até a delegacia de Rondonópolis, com todo o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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