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Força Tática prende homem e recupera armas e produtos roubados de chácara

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam um homem, de 34 anos, pelo crime de roubo, na noite desta quinta-feira (15.1), em Cuiabá. O suspeito foi encontrado horas depois de ter invadido e roubado armas e outros objetos de uma chácara. Todo o material levado no crime foi recuperado pela PM.

Conforme o boletim de ocorrência, o proprietário de uma chácara na região do distrito de Aguaçu realizou denúncia informando que seu cunhado havia sido vítima de um roubo, durante a manhã.

Segundo o denunciante, pelo menos dois homens armados haviam invadido a residência e levado espingardas, motosserra e outros objetos da casa. Os bandidos ainda teriam deixado a vítima amarrada, que conseguiu se soltar e fazer a denúncia para o dono da propriedade, que acionou a polícia.

Diante das informações repassadas pela vítima do roubo, as equipes policiais iniciaram diligências. No período noturno, o setor de inteligência repassou para militares da Força Tática que um dos suspeitos do crime estaria em um imóvel, na cidade de Várzea Grande.

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As equipes foram ao local informado e encontraram o homem, que tentou fugir e foi detido. No momento da fuga, o suspeito jogou uma espingarda no quintal da casa, que foi apreendida. Ainda dentro da residência, mais uma espingarda foi localizada, assim como os demais objetos levados no roubo. Os materiais foram reconhecidos pela vítima, que possui as armas com registro legalizado.

O suspeito não se pronunciou sobre o crime e os demais envolvidos e recebeu voz de prisão. Ele foi conduzido para a Central de Flagrantes para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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