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Força Tática prende homem com R$ 20,9 mil proveniente de tráfico de drogas

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam um homem de 34 anos por tráfico de drogas, na tarde desta terça-feira (28.06), em Cuiabá. Com o suspeito, a equipe apreendeu a quantia de R$ 20,9 mil, proveniente do crime. Também foram apreendidos meio tablete de cloridato de cocaína, além de porções de maconha e de cocaína.

Por volta de 13h, durante patrulhamento pelo bairro Jardim Brasil, a equipe da Força Tática flagrou o momento em que um suspeito, que utiliza tornozeleira eletrônica, desembarcou de um veículo Mercedes, cor preta. Os policiais militares se aproximaram e identificaram que o suspeito carregava um tablete de drogas.

Ao visualizar a viatura da Força Tática, o suspeito fugiu para dentro da residência. Neste momento, a equipe fez abordagem ao segundo suspeito, que conduzia o veículo e que também utiliza tornozeleira eletrônica.

Os policiais militares entraram na residência do primeiro suspeito, autorizados pelo dono da casa e encontraram meio tablete de cloridrato de cocaína, além de porções da mesma droga, de maconha e uma balança de precisão.

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Já em vistoria ao veículo Mercedes, a equipe da Força Tática encontrou a quantia de R$ 20.910,00 em dinheiro, proveniente do crime de tráfico de drogas.

Diante dos fatos, o condutor da Mercedes recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Central de Flagrantes, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências cabíveis. As equipes policiais continuam em diligências em busca do suspeito foragido e monitorado por tornozeleira eletrônica.

Disque-denúncia  

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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