POLICIAL
Força Tática apreende 36 quilos de entorpecentes e prende faccionados em zona rural de Vila Rica
Policiais militares da Força Tática do 10º Comando Regional de Vila Rica apreenderam, na noite desta terça-feira (9.12), 36 quilos de entorpecentes, entre maconha, cocaína e pasta base, em uma zona rural do município. Dois integrantes de uma facção criminosa foram presos em flagrante por tráfico ilícito de drogas.
Durante o patrulhamento tático no âmbito da Operação Tolerância Zero, as equipes identificaram um homem, de 22 anos, em atitude suspeita, em frente a uma residência localizada no bairro Setor Norte. Ao ser abordado, os militares identificaram que ele já possui diversas passagens criminais por tráfico e portava uma porção grande de maconha.
O suspeito confessou que havia mais entorpecentes em uma propriedade rural às margens da BR-158. Com apoio de demais equipes, os militares se deslocaram ao local relatado pelo indivíduo e abordaram um segundo comparsa, de 59 anos, que trabalha na propriedade rural.
Questionados sobre as drogas, a dupla confessou que haviam diversos tabletes de maconha e cocaína escondidos em um dos quartos da casa. No cômodo, os policiais militares encontraram 30 tabletes de maconha, dois de cocaína e um tablete de pasta base de cocaína, além de diversas porções dos ilícitos, pesando ao todo, 36 quilos.
Além das drogas, foram apreendidas duas balanças de precisão, um rádio comunicador, uma espingarda calibre .28, munições e diversos pacotes para armazenamento dos ilícitos. Os suspeitos e todo material apreendido foram entregues à delegacia para registro do boletim de ocorrência.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
Fonte: PM MT – MT
POLICIAL
Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil
Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados
O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.
Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.
De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.
Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.
Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.
Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.
A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.
Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.
Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.
A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.
As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.
Veja fotos da operação

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