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Escritório Social realiza ação do projeto Cuidar de Quem Cuida com servidores da Penitenciária Ferrugem

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Cerca de 100 servidores da Penitenciária Ferrugem participaram da ação do projeto “Cuidar de Quem Cuida”, promovida pela equipe do Escritório Social, da secretaria de Assistência Social, Trabalho e Habitação, durante esta semana. Foram quatro dias de encontros para atender todas as equipes de plantão e trabalhar temas como saúde mental e também um momento de conscientização da campanha Novembro Azul.

O trabalho foi mediado pela equipe de psicólogos do Escritório Social em parceria com o setor de saúde da penitenciária. “Essa ação do projeto abordou o processo de adoecimento mental, esclarecendo quais são sintomas e sinais, bem como as maneiras de diagnosticar, tratamentos e formas de prevenção. Os policiais penais são expostos diariamente a situações extremas, e são a classe com maior índice de adoecimento psíquico e suicídio, por isso entendemos ser fundamental a abordagem da temática da saúde mental”, destacou a psicóloga e coordenadora do Escritório Social, Quetti Nunes.

O projeto Cuidar de Quem Cuida, encabeçado pela secretaria de Assistência Social, já é desenvolvido periodicamente dentro das unidades da pasta para promover momentos de bem-estar e descontração aos servidores municipais, estimular a interação interpessoal, reforçar a importância do autocuidado, da saúde mental, de exercer a empatia com os colegas de trabalho e várias outras temáticas.

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A unidade do Escritório Social em Sinop foi inaugurada em abril deste ano. Essa é uma ferramenta de inclusão, prevista no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que oferta apoio psicossocial, acesso a vagas de emprego, além de encaminhamentos a saúde, educação, regularização de documentos e outros serviços para pessoas egressas e seus familiares. O trabalho acontece em rede. “Nós recebemos as demandas espontâneas de atendimento das instituições que participam da rede, como a Penitenciária Ferrugem, o Conselho da Comunidade de Execução Penal (CONCEP), o Fórum e Centro de Referência Especializada de Assistência Social”, completou a coordenadora.

Fonte: Prefeitura de Sinop – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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