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Dupla é presa em flagrante em casa usada como ponto de tráfico no centro de Itanhangá

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Um adulto e um adolescente foram detidos em flagrante pela Polícia Civil, em um ponto de vendas de entorpecentes, na cidade de Itanhangá, nesta terça-feira (03.01). Na residência foram apreendidas porções de drogas, munições, R$ 2,4 mil em dinheiro e balança de precisão.

A equipe policial da Delegacia de Tapurah chegou ao local após receber informações de que a casa era usada ponto de venda de drogas, no centro de Itanhangá.

Depois de monitoramento do local, onde foi possível avistar usuários entrando e saindo da casa, os policiais civis abordaram uma pessoa que chegou de veículo ao local e logo depois saiu. Com ele foi localizada uma porção de pasta base.

Após a abordagem, a equipe entrou na residência, diante da suspeita de o local era de fato um ponto de venda de entorpecentes. Um suspeito que estava na casa, de 18 anos, foi detido em flagrante e um segundo fugiu, e deixou para trás várias notas de dinheiro em torno de R$ 1,2 mil, pulando muros das residências para escapar. A equipe policial saiu em busca do suspeito e logo conseguiu detê-lo.

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Na casa, os policiais localizaram porções de drogas em uma bolsa feminina e mais notas em reais, típicas do pagamento de drogas. Um caderno com anotações da traficância.

O adulto, de 18 anos, tem diversas passagens criminais pelo estado de Rondônia. Ele foi autuado em flagrante por tráfico de drogas, associação para o tráfico, corrupção de menores e posse irregular de arma de fogo. O adolescente, de 16 anos, foi apreendido e responderá a ato infracional análogo a tráfico e associação e posse irregular de arma de fogo.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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