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Duas pessoas são presas pela PM após roubo à farmácia em Várzea Grande

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Policiais militares do Grupo de Apoio (GAP) prenderam um homem e uma mulher após o roubo de uma farmácia, na noite deste sábado (19.02), em Várzea Grande. Na ação, foram recuperados a quantia de R$ 474,00 roubados pelos criminosos, além de aparelhos celulares.

Por volta de 20h, a equipe do GAP foi acionada via 190 sobre uma situação de roubo a uma farmácia, no bairro Água Vermelha. No local, as vítimas disseram que foram abordadas por dois suspeitos, que levaram celulares e todo o dinheiro do caixa. Segundo os depoimentos, um dos criminosos estava armado.

Uma das vítimas informou que seu celular estava com sistema de rastreamento ligado. Seguindo a localização indicada, os policiais se deslocaram para uma residência no bairro Dom Diego. Na casa, a equipe visualizou dois homens próximos de um muro, que empreenderam fuga ao visualizarem a equipe policial.

As equipes se dividiram para realizar cerco aos suspeitos, momento em que um dos indivíduos atirou em direção aos policiais, que revidaram atingindo o suspeito com um tiro. Equipe do Samu foi acionada e confirmou o óbito do suspeito, no local.

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O segundo suspeito fugiu pelo muro da casa. Em seguida, os policiais entraram na residência e flagraram um homem e uma mulher. Em revista pelo local, os policiais encontraram 11 celulares, seis relógios e R$ 474,00 reais que foram roubados da farmácia. Diante dos fatos, os dois suspeitos encontrados no interior da residência, foram encaminhados para à Central de Flagrantes. A arma de fogo, revólver calibre .38 com seis munições, utilizada pelo criminoso para atacar os policiais, foi apreendida.

Disque-Denúncia 

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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