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Descumprimento de medida protetiva e ameaças contra vítima resultam em prisão em Rosário Oeste

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Depois de descumprir reiteradas vezes as determinações de se manter afastado da ex-mulher e não ter contato com ela ou pessoas próximas, um homem de 38 anos teve a prisão preventiva decretada pela Justiça, em Rosário Oeste. A vítima procurou a Delegacia da Polícia Civil no município no início deste mês, e relatou que o ex-companheiro continuava rodando sua casa, enviando mensagens com ameaças e tentando manter controle sobre sua vida.

A vítima relatou que mesmo com uma medida protetiva que ela tinha em desfavor do suspeito, e determinada pelo Judiciário, o ex-marido continuava lhe perturbando com mensagens pelo aplicativo. Segundo ela, ele não aceitava o rompimento da relação, que terminou há três anos. 

Conforme o relato, o suspeito ficava passando na rua da residência da vítima constantemente, e permanecia vigiando sua casa. Além disso, a equipe da Polícia Civil apurou que o suspeito também enviou mensagens a pessoas próximas à vítima, com ofensas contra a ex-mulher.

Diante do descumprimento da medida protetiva, o delegado Antenor Pimentel representou ao juízo da Vara Única de Rosário Oeste pela prisão preventiva do suspeito, que foi cumprida na semana passada.

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“As informações apuradas apontam para atos cometidos pelo suspeito, de violência de gênero, submissão e tentativa de controle sobre vida da vítima, não aceitando o fim do relacionamento”, explicou o delegado.

Em ocasião anterior, o suspeito foi preso por violência doméstica contra a vítima e, na época, ameaçou a ex-mulher de morte caso se envolvesse com outra pessoa.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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