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Condenado por estupro de vulnerável é preso em ação conjunta das Polícias de MT e GO

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Uma ação conjunta da Polícia Civil de Mato Grosso e Polícia Militar de Goiás resultou, nesta sexta-feira (06.6), na prisão de um homem de 61 anos, foragido da Justiça mato-grossense, condenado por crime de estupro de vulnerável, com pena restante de 12 anos em regime fechado.

O mandado de prisão definitiva, expedido pela 2ª Vara Criminal de Água Boa (MT), determinava a captura do foragido para cumprimento de pena em regime fechado, após condenação transitada em julgado. A prisão do condenado ocorreu por volta das 14h30, em uma residência, no Setor Água Branca, em Nova Crixás, interior de Goiás.

A operação foi possível graças à troca de informações entre a Agência Regional de Inteligência (ARI) do 21º Comando Regional da Polícia Militar de Goiás e a Polícia Civil de Cocalinho, no Mato Grosso, responsável por passar a localização do foragido à equipe policial goiana.

Com base nas informações passadas pelos policiais da Delegacia de Cocalinho, a equipe policial de Nova Crixás realizou diligências no endereço informado e localizou o foragido da Justiça, que foi preso sem resistência. Após as providências para cumprimento da ordem judicial, o preso foi conduzido ao presídio local, onde permanece à disposição da Justiça.

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A operação reforça a importância da integração entre as polícias dos estados para o combate à criminalidade interestadual e demonstra o compromisso das instituições de segurança pública em localizar e prender foragidos da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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