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Comparsa em tentativa de furto a agência bancária de VG é preso pela Polícia Civil

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A Polícia Civil prendeu nesta quarta-feira (01.02) um dos suspeitos de envolvimento na tentativa de furto a uma agência bancária em Várzea Grande, ocorrida na madrugada de terça-feira. A equipe da Gerência de Combate ao Crime Organizado localizou o comparsa do crime no Jardim Itororó, também em Várzea Grande.

Durante a tentativa de furto, dois suspeitos foram a óbito, após serem flagrados no teto da agência e trocarem tiros com a Força Tática da Polícia Militar.

Durante ao atendimento ao local de crime pela equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), um dos suspeitos do roubo foi identificado, Carlos Eduardo de Almeida Silva, de 15 anos. O segundo suspeito foi identificado, posteriormente, como Luiz Guilherme Moraes da Cunha.

A Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) iniciou a apuração sobre o crime e durante as diligências, inclusive com oitivas de familiares da dupla suspeita, a equipe policial chegou à identificação do terceiro suspeito de participação no roubo. A GCCO identificou também que um veículo Gol prata havia buscando o adolescente na residência dele para levar até o local do furto.

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No Jardim Itororó, os policiais localizaram a residência do terceiro suspeito e avistaram um veículo com as mesmas características usadas no roubo e a placa encoberta. A mãe do suspeito negou que o filho estivesse no local, mas acabou admitindo que ele estava na casa.

Na área da residência, os investigadores encontraram ferramentas, cordas e uma furadeira. Ao indagar o suspeito sobre o crime, ele disse que levou três pessoas até a agência bancária, por volta das três da manhã de terça-feira.

O suspeito foi encaminhado à sede da GCCO, onde foi autuado por tentativa de furto e associação criminosa.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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