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Batalhão Ambiental prende homem por pesca predatória e apreende 213 unidades de peixes

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Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA) prenderam um homem de 40 anos por pesca predatória, na tarde desta quinta-feira (23.05), em Poconé. Na ação, foram apreendidos 213 unidades de pescado irregular de diversas espécies.

A equipe se deslocou até a região de Porto Jofre, após recebimento de denúncias anônimas sobre um homem que estava praticando pesca predatória na região. Segundo as informações, o suspeito prestava serviços em propriedades rurais e fazia a captura ilegal de peixes nestes locais.

Diante das informações, os militares foram até uma dessas propriedades citadas nas denúncias, onde foram recebidos pelo caseiro do local. A testemunha afirmou que havia um eletricista que estava alojado naquela propriedade e que pescava todos os dias após sair do serviço.

No alojamento deste suspeito havia um freezer, no qual os policiais militares localizaram 143 unidades de piraputangas, um pacu, seis piaus, 49 pacupevas, uma piranha, dois bagres, nove sardinhas e duas piavas.

O caseiro do local fez contato com o suspeito, que compareceu no alojamento e se apresentou aos policiais. O homem foi questionado sobre o motivo de guardar o pescado e informou aos militares não saber que a pesca destas espécies eram proibidas.

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Diante da situação, o homem recebeu voz de prisão em flagrante pelo crime ambiental e foi conduzido para a Delegacia de Poconé, com o material apreendido, para registro da ocorrência e demais providências.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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