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Batalhão Ambiental prende dupla por extração ilegal de madeira e porte ilegal de arma em Juara

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Policiais militares do Batalhão Ambiental prenderam dois homens, de 71 e 42 anos, por extração ilegal de madeira e porte ilegal de arma. Com a dupla, a PM apreendeu uma espingarda e um trator que eram utilizados no crime ambiental. Os suspeitos foram presos em Juara, nesta quarta-feira (08.05).

As equipes do Batalhão Ambiental, em operação pela região Norte do Estado, receberam informações de softwares via satélite sobre um ponto de desmatamento, na zona rural de Juara.

Os militares seguiram o ponto de geolocalização e foram até a região, onde encontraram alguns troncos de madeira cortados e um suspeito utilizando um trator para derrubar uma árvore.

Os policiais do Batalhão Ambiental interceptaram a ação e abordaram o homem de 71 anos, que afirmou que estaria prestando serviços ao dono da propriedade e informou que estava alojado em um acampamento nas proximidades.

Em seguida, a PM foi até o alojamento do suspeito, onde mais um homem foi encontrado. Na revista pelo local, os militares localizaram uma espingarda de calibre 12 com 13 munições intactas. Ao serem questionados sobre a arma, o segundo suspeito disse que a espingarda era de seu patrão, mas que estava utilizando o objeto no acampamento deles.

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Diante da situação, os dois homens receberam voz de prisão pelo crime ambiental e foram conduzidos para a Delegacia de Juara. A arma de fogo, o trator e uma motosserra também foram apreendidos e encaminhados até o local.

Fonte: PM MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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