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Autor de homicídio ocorrido na Capela do Piçarrão é preso em flagrante pela Polícia Civil

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O autor do homicídio que vitimou Sebastião Pascoal de Arruda, ocorrido no fim de semana, em Várzea Grande, foi preso em flagrante nesta segunda-feira (11.07) pela equipe da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa.

O crime ocorreu no bairro Capela do Piçarrão, na manhã do último sábado. A vítima, de 49 anos, foi encontrada na área de uma residência, já em óbito, com uma perfuração de arma cortante.

A namorada da vítima relatou à equipe da DHPP que estava em casa com suas duas filhas e o seu parceiro, quando acordou com o grito da vítima ferida. Ela disse que ainda tentou estancar o ferimento e acionou o Samu. A mulher declarou que estava em início de relacionamento com a vítima e que não viu o autor do crime entrar.

Diligências realizadas pela equipe da DHPP reuniram informações sobre o autor do crime, de 35 anos, que cumpria pena em regime semiaberto e era monitorado por tornozeleira eletrônica. Ele se relacionou durante um longo período, 13 anos, com a namorada da vítima.

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No sábado, o suspeito foi a um bar que costumava frequentar, no bairro Capela do Piçarrão, e no local encontrou a ex-namorada acompanhada da vítima. Houve um princípio de desentendimento, mas o casal foi embora do estabelecimento. Indignado com a situação, o autor do crime foi até a casa da ex-namorada, quando ocorreu o crime.

A equipe da DHPP localizou o autor do homicídio, nesta segunda-feira, na casa de um familiar. Após o registro do flagrante na unidade especializada, o delegado Olímpio da Cunha Fernandes Jr. encaminhou representação à Justiça pela conversão em prisão preventiva.
 

Fonte: PJC MT

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Motorista morre em capotamento e PRF encontra bloqueadores de cinto de segurança em carro

Acidente ocorreu em Rondonópolis durante forte chuva; esposa e dois filhos da vítima ficaram feridos, mas já receberam alta hospitalar

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Um motorista morreu e outras três pessoas da mesma família ficaram feridas após um carro capotar na BR-163, em Rondonópolis, a 218 quilômetros de Cuiabá, na sexta-feira (9). Durante a apuração do acidente, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) encontrou no veículo dispositivos utilizados para desativar os alertas sonoros do cinto de segurança.

Segundo a PRF, há indícios de que os quatro ocupantes estavam sem o equipamento de proteção no momento do capotamento. As circunstâncias que provocaram o acidente ainda estão sendo investigadas.

A ocorrência foi registrada na altura do km 56 da rodovia, durante um período de chuva intensa na região.

A família morava em Várzea Grande, na região metropolitana de Cuiabá, e seguia viagem com destino a Campo Grande, em Mato Grosso do Sul.

O motorista não resistiu aos ferimentos e morreu. A esposa, de 32 anos, e os dois filhos do casal, de 12 e 9 anos, ficaram feridos e foram encaminhados ao Hospital Regional de Rondonópolis.

Apesar da gravidade dos ferimentos, os três sobreviventes receberam atendimento médico e já tiveram alta hospitalar, conforme informações da PRF.

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As identidades das vítimas não foram divulgadas.

Dispositivos impediam alerta de segurança

Durante a inspeção do automóvel, os policiais localizaram acessórios conhecidos como plugs ou clipes de cinto de segurança. Esses dispositivos são inseridos no fecho do equipamento e fazem com que o sistema eletrônico do veículo reconheça o cinto como afivelado, mesmo quando ele não está sendo utilizado.

Dessa forma, o aviso sonoro que alerta motorista e passageiros sobre a ausência do cinto deixa de funcionar.

A PRF reforçou que o uso do cinto de segurança é obrigatório para todos os ocupantes do veículo, inclusive aqueles que viajam no banco traseiro.

O equipamento é fundamental para reduzir a gravidade dos ferimentos e o risco de morte em acidentes de trânsito. Em capotamentos, a ausência do cinto aumenta a possibilidade de os passageiros serem lançados contra estruturas internas ou até mesmo para fora do automóvel.

Embora os bloqueadores tenham sido encontrados no carro, a dinâmica do acidente e os fatores que contribuíram para o capotamento ainda dependem de esclarecimento pelas autoridades.

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