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Autor de furto a estação de ônibus da Capital tem mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Cuiabá cumpriram na manhã desta segunda-feira (05.12) um mandado de prisão contra um investigado pela Polícia Civil por um furto contra uma estação de ônibus, na Capital.

O investigado de 27 anos é praticante recorrente de crimes patrimoniais. Contra ele, a equipe da Derf Cuiabá apurou que há registrados 39 boletins de ocorrências de furtos, roubos e tráfico de drogas, entre 2011 e 2022. Ele estava monitorado por tornozeleira eletrônica, mas o equipamento foi desligado.

A equipe de investigação realizou buscas pelo criminoso em pontos da cidade, como o Morro da Luz e praças da cidade, onde há concentração de usuários de entorpecentes, mas ele não foi localizado.

O último registro de crime cometido pelo investigado foi no dia 08 de outubro, quando ele foi flagrado junto com dois comparsas com um Jeep Renegade, tentando abastecer em um posto no bairro Jardim Europa, na Capital. Aos policiais militares, ele confessou que furtou o veículo nas proximidades de uma boate, na região central de Cuiabá.

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A partir desse registro, a equipe da Derf fez novas diligências e localizou o suspeito, que está preso pelo furto do veículo, na penitenciária de Várzea Grande. Na unidade prisional, a equipe da Derf Cuiabá deu cumprimento ao mandado de prisão expedido pela 5a Vara Criminal de Cuiabá pelo furto contra estação de ônibus.

A investigação da delegacia especializada apurou que L.S.C. foi o autor do furto, ocorrido em junho deste ano, na Estação Bispo Dom José, no centro da Capital. Ele invadiu o local e furtou duas câmeras de segurança e aproximadamente 40 metros de cabos de energia.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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