POLICIAL

Autor de diversos furtos em Água Boa é preso pela Polícia Civil após furtar bolsa dentro de igreja

Publicados

em

Um homem com diversas passagens por furtos de Água Boa (730 km a leste de Cuiabá) foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (14.07), após ele praticar um novo furto, desta vez, dentro de uma igreja do município. Após o crime, o suspeito passou a usar o cartão da vítima em comércios do município.

As investigações iniciaram após a vítima procurar a Delegacia de Água Boa, comunicando que teve a sua bolsa furtada, enquanto realizava faxina no interior da igreja. Dentro da bolsa estavam diversos objetos da vítima como, celular, chaves de casa e da sua motocicleta, documentos pessoais e cartões bancários.

Imediatamente após a comunicação dos fatos, os policiais da Delegacia de Água Boa iniciaram as diligências, conseguindo por meio de imagens de câmeras de segurança da região, identificar o autor do furto. O suspeito é conhecido da Polícia, com diversas passagens por furto e outros crimes.

Durante as investigações, os policiais receberam informações de que o cartão da vítima foi passado em um supermercado no bairro Vila Nova e também conseguiram imagens das câmeras do estabelecimento, em que ele aparecia comprando diversos itens, entre eles duas caixas de cerveja. Mais tarde, o suspeito retorna ao local com outra roupa e efetua outra compra com o cartão da vítima.

Leia Também:  Mulher condenada por tráfico de drogas em MS é presa pela Polícia Civil em Cuiabá

Com a autoria identificada, os policiais realizaram diligências em busca do suspeito que foi detido e encaminhado à Delegacia de Água Boa, onde após ser interrogado pelo delegado Matheus Augusto Soares foi autuado em flagrante pelo crime de furto, sendo posteriormente colocado à disposição da Justiça.

Fonte: PJC MT

Propaganda

POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

Publicados

em

O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

Leia Também:  PM prende dupla de faccionados suspeitos por homicídio e apreende duas pistolas

Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

Leia Também:  Policiais civis localizam alvo da Operação Codinome escondido em bairro de Primavera do Leste

Veja fotos da operação 

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA