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Arsenal de armas e munições é apreendido durante buscas em endereços de alvo em Nova Mutum e Nobres

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Sete armas de fogo e mais de 1.300 munições foram apreendidas nesta quinta-feira (06.10) pela Polícia Civil de Mato Grosso, durante uma operação realizada nos municípios de Nova Mutum e Nobres. A ação deu cumprimento a mandados de busca domiciliar na residência e na propriedade do investigado.

Na residência foram apreendidas uma pistola, de calibre 9 mm, e diversas munições, além de simulacros de armas de uso restrito. Na fazenda do investigado foram encontradas setes armas de fogo de diversos calibres e munições, também de calibres variados.

O alvo da investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Nova Mutum já foi preso anteriormente por porte ilegal de arma de fogo. Ele tem outras prisões no histórico criminal e não foi localizado nesta quinta-feira nos endereços de buscas.

As investigações seguem na Derf para apurar a origem das armas e sua destinação, além de esclarecer os delitos de posse, porte e disparo de armas ou se o investigado também comercializa armas e munições.

Foram apreendidas mais de 1.300 munições de calibres 12, 22, 38, 44, 45 e 9 mm. Já as espingardas são de calibres variados, como 12, 22, 44 e 38. As duas pistolas encontradas são 9 mm e o revólver de calibre 22.

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Os mandados de busca foram cumpridos pelas equipes da Derf, Delegacia Municipal e Seção Especializada de Atendimento à Mulher de Nova Mutum. 

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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