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Ação das Polícias Civil e Militar prende suspeito de tráfico de drogas ligado à facção criminosa em São José dos Quatro Marcos

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A Polícia Civil prendeu em flagrante de um homem de 19 anos, suspeito de tráfico ilícito de entorpecentes, na cidade de São José dos Quatro Marcos. A prisão, em flagrante, ocorreu nesta sexta-feira (27.2), com apoio da Polícia Militar.

A ação foi precedida de investigações iniciadas no dia anterior, quando a unidade recebeu denúncia anônima sobre a prática de tráfico de drogas por indivíduo em uma residência localizada no bairro Jardim Arataca.

A partir das informações recebidas, foram realizadas diligências investigativas para apurar a veracidade dos fatos. Com uso de técnicas investigativas, a equipe policial constatou, no local, movimentação de pessoas compatível com a dinâmica do tráfico de entorpecentes, consolidando as fundadas razões para a intervenção policial.

Durante as buscas realizadas no imóvel, os policiais localizaram e apreenderam 37 porções de substância análoga à maconha e sete papelotes de substância análoga à cocaína, todos já fracionados e embalados para comercialização. Além das substâncias, foram apreendidos diversos materiais de embalagem, um aparelho celular e uma balança de precisão.

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De acordo com as investigações, o suspeito tem envolvimento com uma facção criminosa atuante na região na prática de tráfico de drogas na região.

“A atuação das facções criminosas no varejo do tráfico de drogas alimenta uma cadeia de violência que afeta diretamente a comunidade. Cada prisão nesse contexto representa um passo importante no desmantelamento dessas estruturas e na proteção da população”, afirmou o delegado Kairo Ribeiro Batista.

Após a prisão, o jovem foi encaminhado à delegacia para a realização dos procedimentos legais cabíveis, devendo responder pela prática do crime de tráfico ilícito de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, posteriormente, colocado à disposição da Justiça.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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