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Ação conjunta resgata 12 cães por abandono e maus-tratos em Cuiabá

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Doze cães em situação de abandono e maus-tratos, foram resgatados durante ação da Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada do Meio Ambiente, em conjunto com a Secretária Adjunta de Bem-Estar Animal, da Prefeitura de Cuiabá, na sexta-feira (15.09).

A ação foi realizada em uma residência no bairro Jardim Industriário, onde em atendimento a ordem de serviço, os policiais civis da Dema junto com os fiscais e a veterinária, constataram que o tutor dos animais não reside no local totalmente abandonado.

No imóvel não havia ligação elétrica e o disjuntor estava desligado. Foi verificado que os cães de diversas raças estavam confinados em baias no quintal. No interior da residência havia outro animal que estava trancado.

Foram encontrados restos de comida em cima do fogão, uma sacola com restos de carne putrefata na geladeira que estava desligada, devido a falta de energia na casa. O quintal encontrava-se completamente sujo, com muito entulho e dejetos deixados pelo proprietário, e dentro das baias havia urina e fezes.

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Todos os animais foram resgatados sendo que quatro deles necessitaram de sedação, que foi realizada por médico veterinário, pois se tratava de cães que estavam mais agressivos. O procedimento foi realizado para salvaguardar a integridade dos animais e dos colaboradores envolvidos.

Na ocasião foram lavrados o auto de infração e termo de apreensão. Em seguida os cães foram transportados pelos fiscais para o local de acolhimento da Secretaria Adjunta de Bem-Estar Animal.

A Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema) instaurou procedimento para apurar a conduta do responsável pelo endereço, que foi identificado e possui 53 anos.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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