POLÍCIA FEDERAL

Polícia Federal deflagra Operação Kraken de combate a estupro de vulnerável e à pornografia infantil na internet

Publicados

em

Caruaru/PE – Na manhã desta quarta-feira (1/6), a Polícia Federal deflagrou a Operação Kraken, com o objetivo de reprimir estupro de vulneráveis, compartilhamento, produção e publicação de arquivos na internet contendo cenas pornográficas envolvendo criança ou adolescente.

Foram cumpridos um mandado de busca e apreensão e um mandado de prisão temporária, expedidos pela 3ª Vara da Justiça Estadual de Caruaru/PE.

A investigação foi iniciada em 2020 pela PF, a partir de informações repassadas pela organização não-governamental National Center for Missing & Exploited Children – NCMEC, sediada nos EUA.

Nas buscas de hoje, os policiais apreenderam dois aparelhos celulares na residência do investigado com potencial de armazenamento de imagens e vídeos contendo pornografia infantil. Também cumpriram a prisão temporária de um empresário de 39 anos. Há indícios de que ele tenha produzido, compartilhado imagens com cenas de sexo explícito ou pornográficas que envolviam crianças do seu meio familiar, além crime de estupro de vulnerável, cujas penas ultrapassam os 25 anos de prisão.

Leia Também:  FICCO/GO e FICCO/PB prendem homem apontado como líder de facção

Até agora em Pernambuco foram realizadas cinco operações de combate a pornografia infantil e cumprido oito mandados de busca e apreensão e realizada uma prisão temporária.

O nome da operação – Kraken – faz referência a um ser mitológico que arrancava o rosto de suas vítimas e arrastava para as profundezas abissais do mar.

Comunicação Social da Polícia Federal em Pernambuco

Fone: (81) 2137-4076
E-mail: [email protected]

Propaganda

POLÍCIA FEDERAL

PF deflagra operações policiais simultâneas no Acre

Publicados

em

Rio Branco/AC. A Polícia Federal deflagrou, nesta terça-feira (21/9), as Operações Ptolomeu IV e Umbra, destinadas a combater o desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro no Acre e desarticular estrutura montada para espionar as atividades da Polícia Federal em favor de investigados de fases anteriores da Operação Ptolomeu.

A Operação Ptolomeu IV foi desencadeada em conjunto com a Controladoria-Geral da União (CGU) e abrange duas frentes investigativas. A primeira refere-se à contratação da empresa responsável pela construção inicial da nova sede do Instituto de Meio Ambiente do Acre (IMAC). Auditoria a CGU apontou superfaturamento por inexecução parcial no montante estimado em aproximadamente de R$ 1,2 milhão, correspondente a serviços medidos e pagos, mas que não teriam sido efetivamente concluídos.

A investigação também identificou vestígios de que recursos provenientes dos contratos públicos teriam sido desviados para pagamento de despesas particulares e concessão de vantagens indevidas a agentes públicos. A análise das movimentações financeiras da empresa contratada revelou, ainda, expressivo volume de saques em espécie e outras operações consideradas atípicas.

A outra vertente da apuração possui relação com a segunda empresa que posteriormente foi contratada para concluir a mesma obra. Os indícios reunidos indicam possível sucessão empresarial e continuidade das práticas ilícitas investigadas, inclusive com vínculos entre pessoas relacionadas à nova contratada e empresas anteriormente investigadas no âmbito da Operação Ptolomeu.

Leia Também:  PF combate desvio de verbas da saúde

Já no âmbito da Operação Umbra, a partir de dados colhidos em fases anteriores da Operação Ptolomeu, a PF identificou evidências da existência de um núcleo de contrainteligência estruturado para obter informações sobre as ações policiais, movimentação de equipes e viaturas, com a finalidade de antecipar as ações policiais e adotar providências para reduzir a efetividade de medidas judiciais. 

A apuração também identificou a possível participação de ex-servidor terceirizado e de agente da Polícia Federal no repasse indevido de informações relacionadas a operações policiais. 

Ao todo, as operações combinadas cumpriram 28 mandados de busca e apreensão nas cidades de Rio Branco/AC, Cruzeiro do Sul/AC, Maringá/PR e Navegantes/SC, todos expedidos pelo Superior Tribunal de Justiça, onde os casos tramitam. 

O STJ autorizou, ainda, o sequestro de bens e valores com a finalidade de ressarcimento do erário, bem como impôs aos investigados diversas medidas cautelares, tais como afastamento de função pública, proibição de contato entre si, proibição de frequentar determinados órgãos públicos e proibição de ausentar-se da comarca de residência e do país (com a obrigação da entrega dos passaportes à Superintendência da Polícia Federal no Acre, no prazo de 24 horas).

Leia Também:  FICCO/GO e FICCO/PB prendem homem apontado como líder de facção

Foram apreendidos valores em espécie com alguns dos investigados, estimados, até o momento, em cerca de R$ 1 milhão. Além disso, três dos suspeitos acabaram presos em flagrante delito por posse ilegal de armas de fogo.

Os suspeitos poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e embaraço à investigação de infração penal envolvendo organização criminosa, sem prejuízo de outros delitos eventualmente identificados no decorrer das apurações.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
Fone: (68) 99241-6362
E-mail: [email protected]

 

Fonte: Polícia Federal

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA