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Vitrines do turismo no Norte do Brasil, Pará e Amazonas registram aumento de visitantes internacionais

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A região Norte do Brasil vive um momento de destaque no cenário internacional. Com a Amazônia cada vez mais no centro das atenções globais e a proximidade da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), estados como Pará e do Amazonas se consolidam como importantes vitrines do turismo sustentável brasileiro. Reflexo disso é o crescimento expressivo no número de visitantes internacionais registrado entre janeiro e maio deste ano.

De acordo com levantamento do Ministério do Turismo, em parceria com a Embratur e a Polícia Federal, o Pará recebeu 10.659 turistas estrangeiros nos cinco primeiros meses de 2025, um aumento de 27% em relação ao mesmo período de 2024, quando o estado contabilizou 8.388 visitantes. Já o Amazonas registrou 14.653 turistas internacionais, frente a 12.347 no ano anterior, o que representa um crescimento de 18,7%.

Para o ministro do Turismo, Celso Sabino, os resultados refletem o fortalecimento da imagem do Brasil no exterior e o empenho do Governo Federal em posicionar o país como um destino de referência. “No acumulado dos últimos dois meses, já chegamos a 4,8 milhões de visitantes internacionais, um recorde histórico. Nem quando o Brasil sediou a Copa de 2014 recebemos tantos estrangeiros. O Brasil — que tem seus atrativos divulgados pelo presidente Lula em todas as suas viagens internacionais — nunca havia ultrapassado a marca de 7 milhões de turistas em um único ano”, ressaltou Sabino.

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Os dados confirmam a boa fase do setor no país. No acumulado de janeiro a maio deste ano, o Brasil recebeu 4.887.229 visitantes internacionais, o que representa 70% da meta anual de 6,9 milhões de turistas, estabelecida no Plano Nacional de Turismo (PNT) 2024-2027.

O fortalecimento do turismo na região também é resultado de avanços regulatórios, como a aprovação da nova Lei Geral do Turismo em 2024, após mais de uma década de debates no Congresso Nacional. A legislação moderniza diretrizes, promove segurança jurídica e estimula novos investimentos, criando um ambiente mais favorável ao desenvolvimento de atividades turísticas em regiões como a Amazônia.

COP30 – A realização da COP30, em Belém, no mês de novembro, tem impulsionado a visibilidade internacional da Amazônia e contribuído diretamente para ampliar a conectividade aérea na região. Por meio de uma articulação entre o Ministério do Turismo, o setor privado e outros órgãos do governo federal, como o Ministério de Portos e Aeroportos, são fortalecidas rotas aéreas estratégicas, com foco em hubs como São Paulo e Brasília, o que facilita o acesso de turistas internacionais ao Norte do Brasil.

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A companhia aérea LATAM, por exemplo, anunciou a antecipação, para agosto, da ampliação de suas operações em Belém, com aumento de 25% na oferta de assentos em comparação com o mesmo período de 2024. As principais rotas beneficiadas incluem:

• Belém–Guarulhos (SP): de 28 para 35 voos semanais
• Belém–Brasília (DF): de 10 para 14 voos semanais
• Fortaleza–Belém: de 7 para 12 voos semanais

Para o período da COP30, em novembro, a companhia ainda prevê novos voos internacionais e domésticos com foco na capital paraense, incluindo 3 voos semanais na rota Bogotá (Colômbia)–Belém e 2 voos semanais entre o Aeroporto do Galeão (RJ) e Belém. Com essas adições, a oferta total de assentos da companhia em Belém será 48% superior à registrada no mesmo mês do ano anterior.

Por Júlia de Aguiar
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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