NACIONAL

Turismo bate recorde com mais de 2,4 milhões de empregos formais; setor criou 73,4 mil novas vagas em um ano

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O turismo brasileiro alcançou nesta terça-feira (30) o maior número de trabalhadores com carteira assinada de sua história. Atualmente, o setor emprega 2.409.669 pessoas no país, um crescimento de 3% em relação a maio de 2025, quando havia 2.336.240 empregos formais – aumento que representa a criação de 73.429 novas vagas em um ano. Os dados são do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, analisados pelo Ministério do Turismo. 

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, celebrou mais um resultado positivo histórico no setor. “O turismo brasileiro acaba de registrar mais um recorde histórico, consolidando-se, em definitivo, como um dos principais motores da economia nacional. Mais emprego no turismo significa mais desenvolvimento na ponta, movimentando hotéis, restaurantes, o comércio local, o artesão, o vendedor ambulante. O turismo é uma indústria potente, que promove desenvolvimento, gera emprego e distribui renda”, afirmou.

Entre janeiro e maio, o saldo de empregos (diferença entre admissões e demissões) foi, mais uma vez, positivo.

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No acumulado do ano, o setor gerou 16.347 postos de trabalho formais. No recorte exclusivo de maio, o saldo foi de 1.431 vagas. Pelo quarto mês seguido, o número de admissões no setor foi maior do que o número de demissões, consolidando o turismo como um vetor relevante de empregabilidade no país.

Neste mês, o país registrou também o maior valor de gastos de turistas internacionais da história, atingindo o patamar de R$ 25 bilhões de janeiro a maio deste ano. 

No período, o Brasil registrou também 42 milhões de passageiros domésticos, – o maior da história para o período.

Por Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino

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O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.  

Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade. 

O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.   

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As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.  

Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:  

Secretarias municipais 

2024 

2026 

Índices 

Brasil 

Brasil 

Geral 

26,6 

34,7 

Institucionalização 

38,7 

55,8 

Formação 

20,4 

28,7 

Gestão 

26,0 

27,0 

Material Didático 

31,1 

34,2 

Financiamento 

20,6 

39,9 

Avaliação e Monitoramento 

45,0 

60,2 

Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).  

Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.   

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As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.  

Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026  

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi 

Fonte: Ministério da Educação

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