NACIONAL

Sisu 2026: veja como consultar as vagas disponíveis

Em 2026, o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) reúne mais de 274 mil vagas em cursos de graduação ofertados por instituições federais, estaduais e municipais de educação superior de todo o país. A seleção é realizada com base nas notas dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) — o resultado será divulgado na sexta-feira, 16 de janeiro. A inscrição no Sisu é gratuita e acontece entre 19 e 23 de janeiro, exclusivamente pela internet, por meio do Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. É possível se inscrever em até duas opções de curso.

Para facilitar o acesso às informações sobre as vagas e ajudar os estudantes a se prepararem para as inscrições no programa, o Ministério da Educação (MEC) disponibiliza o site de consulta de vagas do Sisu, onde qualquer pessoa pode verificar, de forma antecipada, as ofertas disponíveis nesta edição. A plataforma permite filtrar cursos, instituições, estados e municípios, além de apresentar detalhes importantes sobre modalidades de concorrência, ações afirmativas e políticas de assistência estudantil. 

A seguir, confira um passo a passo de como utilizar a ferramenta, com exemplos retirados de uma busca aleatória: 

  • No início do portal de consulta de vagas do Sisu, o estudante encontra diferentes formas de busca, como pesquisa aberta, lista de municípios, lista de instituições e lista completa de cursos ofertados. 
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  • Ao selecionar a opção de municípios, é possível visualizar os cursos disponíveis na região onde o estudante deseja estudar, além de conferir todas as ofertas existentes nos municípios do estado escolhido. 
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  • Na consulta por instituição, o candidato pode acessar as vagas ofertadas por diferentes instituições públicas de educação superior, filtrando a pesquisa a partir dos estados do país.
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  • A lista de cursos permite visualizar todas os cursos de graduação ofertados pelo Sisu em território nacional, organizadas em ordem alfabética, de A a Z. 
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  • Após aplicar qualquer um dos filtros de busca, o sistema apresenta os detalhes das vagas disponíveis conforme os critérios selecionados pelo candidato. 
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  • Ao clicar em um curso específico, o estudante pode conferir informações detalhadas, como vagas para candidatos com renda familiar bruta por pessoa de até um salário mínimo; concorrência ampla; e ações afirmativas próprias da instituição. Também é possível verificar a distribuição de vagas por cotas — como pretos, pardos e indígenas (PPI); quilombolas (Q); pessoas com deficiência (PcD); e estudantes de escola pública (EP) — além do grau de formação e do turno ou formato do curso. 
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  • A plataforma também identifica os cursos que oferecem vagas vinculadas ao programa Pé-de-Meia Licenciaturas, que concede incentivo financeiro a estudantes de licenciatura com média igual ou superior a 650 pontos no Enem. O programa garante aos estudantes uma bolsa de R$ 1.050 mensais, sendo R$ 700 disponíveis para saque imediato e R$ 350 depositados como poupança durante todo o curso. 
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Ano letivo – Assim como em 2025, esta edição do Sisu terá somente uma etapa de inscrição para as vagas ofertadas pelas instituições participantes. Dessa forma, os inscritos concorrerão, em um único processo seletivo, às vagas disponibilizadas para todo o ano letivo. O resultado da única chamada regular será divulgado no dia 29 de janeiro de 2026. Todos os estudantes selecionados dentro das vagas disponíveis, tanto na chamada regular quanto na lista de espera, deverão realizar a matrícula no período indicado no edital da instituição. 

Sisu – O Sistema de Seleção Unificada (Sisu) foi instituído pela Portaria Normativa nº 2, de 26 de janeiro de 2010, e atualmente está regulamentado pela Portaria Normativa nº 21, de 5 de novembro de 2012. O Sisu reúne as vagas ofertadas por instituições públicas de educação superior do Brasil que aderiram ao processo seletivo vigente, tendo como critério o resultado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A maioria das instituições participantes é da rede federal de ensino, com destaque para universidades e institutos federais. 

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Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior 

Fonte: Ministério da Educação

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Nova Ficha Digital de Hóspedes agiliza o check-in em mais 3.700 meios de hospedagem de todo o Brasil

A nova Ficha Nacional de Registro de Hóspedes (FNRH) em formato 100% digital já é uma realidade para os clientes de 3.773 meios de hospedagem de todo o Brasil, que passaram a ter de adotar integralmente o sistema a partir dessa segunda-feira (20/4).

Muito similar ao sistema usado no check-in de voos no país, a FNRH Digital, desenvolvida pelo Ministério do Turismo em parceria com o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), permite o preenchimento antecipado e online de dados via Gov.Br.

Todo o processo em hotéis, pousadas, resorts e outros meios de hospedagem – que vem sendo implementado gradativamente desde novembro de 2025 – pode ser rapidamente concluído a partir da leitura de um QR Code, link compartilhado ou dispositivo oferecido pelo estabelecimento.

O ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, reforça benefícios da utilização do sistema eletrônico.

“A nova Ficha Digital de Hóspedes foca especialmente o hóspede, evitando filas desnecessárias no check-in e garantindo mais conforto e segurança. Além do grande avanço tecnológico e sim, isso significa eliminar o uso de papel, o que reforça ações do governo Lula voltadas à sustentabilidade. É mais um avanço para aumentar a contribuição do turismo ao desenvolvimento econômico e social do país, onde, com uma hotelaria mais moderna, mais pessoas vão ter chance de emprego e renda por meio do crescimento do setor”, apontou o ministro.

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“Com a migração definitiva do setor, que está sendo amplamente orientada pelo Ministério do Turismo, estamos transformando a experiência tanto para o viajante quanto para o hoteleiro, que pode reduzir custos e aprimorar a gestão do seu negócio. Menos papel, mais agilidade e um turismo muito mais profissional”, acrescentou Gustavo Feliciano.

A adaptação do segmento à ferramenta avança principalmente nos estados de São Paulo (744), Minas Gerais (351), Rio de Janeiro (351), Santa Catarina (332) e Rio Grande do Sul (281).

Na região Nordeste, destaque para Bahia (242) e Ceará (212). Já no Centro-Oeste, Goiás já atinge 111 meios de hospedagem adequados, número que chega a 104 no Mato Grosso.

No Norte do país, por sua vez, a liderança é do Pará, com 70 adesões, e o Amazonas (60) ocupar em segundo lugar de empresas do ramo já enviam fichas em formato digital.

A transição para a FNRH Digital – que, no caso de hóspedes estrangeiros, não exigirá a necessidade de uma conta Gov.Br – é prevista na nova Lei Geral do Turismo, sancionada em 2024 pelo presidente Lula, e cumpre rigorosamente a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), assegurando que o tratamento de informações seja feito em ambiente criptografado e controlado.

ACOMPANHAMENTO – O Ministério do Turismo reitera que a modernização exige adaptações por parte dos 19.231 meios de hospedagem de todo o país regularmente inscritos no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), independentemente de usarem sistemas de gestão próprios.

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A pasta acompanha a adoção do modelo pelo setor, tendo inclusive ampliado o prazo de adesão de 19 de fevereiro último para esta segunda-feira.

Empreendimentos não adequados ainda poderão fazê-lo. Caso contrário, estarão sujeitos a processo administrativo, com direito à ampla defesa, e a penalidades legais previstas, como advertência e multa, conforme a gravidade da infração.

A fiscalização é exercida pelo Ministério do Turismo e também pode ser delegada a estados e municípios. O processo inicia-se com sensibilização e notificação.

A regularidade no envio da FNRH Digital está ligada à manutenção do Cadastur (Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos); se o cadastro vencer, o envio é bloqueado, gerando inconformidade imediata e possíveis autos de infração.

ORIENTAÇÕES – O Ministério do Turismo vem orientando o setor quanto à transição para o novo sistema. O órgão tem organizado várias ações educativas, como um vídeo com as etapas do processo. Acesse clicando aqui.

O Ministério também criou uma página eletrônica de perguntas e respostas frequentes, onde é possível tirar dúvidas. Acesse clicando aqui.

Por André Martins

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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