NACIONAL
Portos da Região Sul batem recorde com movimentação de mais de 60 milhões de toneladas pelos terminais
Os portos públicos da Região Sul alcançaram um novo recorde no primeiro semestre de 2025, movimentando 60,3 milhões de toneladas. Segundo dados do Estatístico Aquaviário da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), o número representa um aumento de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram movimentadas 57,5 milhões de toneladas.
No levantamento feito pelo Ministério de Portos e Aeroportos, o Porto de Paranaguá (PR) manteve a liderança regional, com 30,9 milhões de toneladas, seguido por Rio Grande (RS), com 14,2 milhões, e São Francisco do Sul (SC), com 8,8 milhões de toneladas.
Para o ministro Silvio Costa Filho, o resultado reforça a importância logística da Região Sul. “Nosso compromisso é ampliar ainda mais essa capacidade, com investimentos estruturantes, novos leilões e parcerias com a iniciativa privada, garantindo portos modernos, eficientes e competitivos. A Região Sul é estratégica para o agronegócio, a indústria, o comércio e para a geração de empregos e renda em todo o país”, destacou.
A carga conteinerizada foi o grande destaque, com crescimento de 18,18%, alcançando 14,3 milhões de toneladas. A carga geral também avançou, com alta de 15,60% (de 5,7 para 6,6 milhões de toneladas). Já o granel líquido apresentou leve recuperação, somando 3,5 milhões de toneladas (+0,53%). O painel mostra ainda que, do volume total, 35,9 milhões de toneladas corresponderam a granéis sólidos (-0,83%), que seguem como principal tipo de carga.
Entre os principais produtos movimentados estão os contêineres (14,3 milhões de toneladas), a soja (12,6 milhões) e os adubos/fertilizantes (8,8 milhões), que impulsionaram a expansão do semestre.
Modernização
O Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) prevê novas rodadas de leilões neste ano para ampliar a capacidade operacional da Região Sul e consolidá-la como hub estratégico do comércio nacional e internacional. Ainda em 2025, será realizada a primeira outorga para a dragagem de um canal de acesso no Porto de Paranaguá (PR). O projeto, estimado em R$ 1 bilhão, vai ampliar o calado e elevar a capacidade de exportações. Além disso, servirá de referência para outras iniciativas, como a dragagem do canal de Santos, prevista para o mesmo ano, assim como novos projetos em estudo.
As obras devem gerar empregos durante a execução e, a longo prazo, aumentar a competitividade, atraindo investimentos, fortalecendo o comércio exterior e impulsionando a indústria, o agronegócio e a economia local.
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos
Fonte: Portos e Aeroportos
NACIONAL
Entenda cada item cobrado na conta de luz e como acompanhar o consumo
A conta de energia elétrica reúne diferentes informações sobre o consumo, medido em quilowatt-hora (kWh), e os custos necessários para que a energia chegue ao consumidor. A cobrança contempla, por exemplo, valores relacionados à geração, transmissão e distribuição.
Na prática, a tarifa é composta por duas parcelas principais. A Parcela A reúne custos que não são gerenciados pela distribuidora (compra de energia, transmissão e encargos setoriais). Já a Parcela B corresponde aos custos relacionados à prestação do serviço de distribuição (operação, manutenção e expansão da rede elétrica).
Além desses valores, também são incluídos encargos setoriais, tributos e contribuições definidos pela legislação federal, estadual e municipal. Um exemplo é o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), tributo estadual cuja alíquota varia de acordo com a legislação de cada estado. Também incidem as contribuições federais para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/Pasep) e para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), destinados ao financiamento de políticas públicas da União.
Iluminação Pública e Bandeiras Tarifárias
Outro item que pode aparecer na fatura é a Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública (CIP ou COSIP), instituída pelos municípios e pelo Distrito Federal.
Também podem ser aplicadas as bandeiras tarifárias, identificadas pelas cores verde, amarela e vermelha. Elas indicam as condições de geração de energia no período e, conforme a bandeira vigente, podem resultar em cobrança adicional na tarifa.
Conhecer esses itens ajuda a entender a composição da conta de energia elétrica e as cobranças que fazem parte da fatura.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]
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