NACIONAL

Pernambuco leva fé, enoturismo e sabores do mar ao Salão do Turismo

Pernambuco, terra do frevo, do maracatu e de uma cultura que vai do litoral ao sertão, desembarca em São Paulo com toda a sua diversidade para o Salão do Turismo. O maior evento do setor no Brasil, que acontece de 21 a 23 de agosto no Distrito Anhembi e conta com a participação das 27 unidades da Federação, e o estado promete encantar os visitantes com seus roteiros de fé, seus sabores e o charme de suas cidades serranas.

O estado traz experiências e produtos turísticos diversificados para apresentar aos visitantes do salão. No espaço, o público pode conhecer mais sobre Rota da Fé em Pernambuco, que apresenta o catolicismo e a rica história religiosa do estado. São apresentadas também opções surpreendentes como a Rota do Enoturismo, os Caminhos Rurais de Guadalupe e o roteiro pelas Cidades Serranas, mostrando um Pernambuco para além do sol e do mar.

Além disso, os visitantes podem se deliciar com a rica gastronomia pernambucana no Cozinha Show, que vai apresentar um clássico do litoral: a Peixada Pernambucana. É no mercadão que produtores comercializam alimentos, bebidas e artesanato regionais. Para os que querem vivenciar de perto as riquezas do estado, agências de todo o Brasil estarão vendendo pacotes de viagens com descontos especiais no Feirão do Turismo.

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PARCERIA – O 9º Salão do Turismo: Conheça o Brasil, a maior vitrine do turismo brasileiro, é promovido pelo Ministério do Turismo em parceria com o Governo do Estado de São Paulo e a Prefeitura Municipal de São Paulo. O evento conta, ainda, com o apoio do SESC , SENAC , Sebrae , além de parceiros como Embratur, Itaipu Binacional, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal.

SERVIÇO
Onde: Distrito Anhembi – São Paulo (SP)
Quando: 21 a 23 de agosto de 2025
Horário: A partir das 12h
Entrada gratuita

Por Fábio Marques
Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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NACIONAL

MEC homologa diretrizes para ensino de arte na educação básica

O ministro da Educação, Leonardo Barchini, homologou, nesta segunda-feira, 17 de agosto, as diretrizes para o ensino e o aprendizado da arte na educação básica. Produzida pela Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação (CNE), a norma complementa a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), orienta os sistemas de ensino e as escolas e reforça a importância da arte na formação integral dos estudantes brasileiros. O documento trata a arte como campo de conhecimento e destaca que o ensino deve ser organizado em quatro componentes: artes visuais, dança, música e teatro. Evento ocorreu na sede do Ministério da Educação (MEC), em Brasília (DF), e contou com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do presidente do CNE, Cesar Callegari. 

Ao garantir que as escolas ensinem sobre conteúdos, métodos, processos de criação, referências culturais e formas próprias de produzir conhecimento, as diretrizes buscam combater a noção de que a arte é uma atividade secundária, recreativa ou destinada apenas a complementar festas e datas comemorativas. Além disso, em um mundo cada vez mais dominado por tecnologias e pela instantaneidade, o Parecer CNE/CEB nº 2, aprovado em 19 de março de 2026, estabelece a arte como campo essencial à formação humana, capaz de promover a criatividade, o pensamento crítico e o diálogo com outras áreas. Entre as novas diretrizes estão: 

  • Arte como prática integradora – Deve ser vista como prática educativa com potencial para integrar experiências dentro e fora do ambiente escolar. 
  • Processos criativos e reflexivos – O ensino envolve criação, experimentação, apreciação e reflexão crítica, além da técnica e da reprodução. 
  • Contextualização e análise crítica – Analisar obras em seus contextos históricos, sociais e culturais amplia o repertório cultural dos estudantes. 
  • Desenvolvimento integral do estudante – O ensino de arte favorece o desenvolvimento cognitivo, afetivo, social, cultural e estético dos estudantes. 
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Caberá às redes de educação definirem uma carga horária equilibrada e coerente para cada componente curricular de arte, com a implementação de dois por ano, evitando sobreposições e garantindo a continuidade da aprendizagem. Além disso, as escolas também deverão avaliar as condições físicas e pedagógicas para ofertar os componentes; elaborar planos com metas progressivas para melhorar espaços, materiais e recursos; integrar o espaço escolar com equipamentos culturais e artísticos locais; e fomentar parcerias com a comunidade para enriquecer a educação. 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do CNE 

Fonte: Ministério da Educação

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