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Ministério do Turismo seleciona instituições para parcerias na oferta de cursos gratuitos no setor turístico

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O Ministério do Turismo abriu chamada pública para selecionar instituições de ensino públicas e privadas, sem fins lucrativos, e entidades integrantes do Sistema S que serão parceiras do órgão na oferta de cursos de qualificação profissional no setor turístico. O processo segue aberto até o dia 28 de agosto.

Acesse AQUI o edital.

A iniciativa tem o objetivo de potencializar a disponibilidade de capacitação a trabalhadores do ramo, além de ampliar o atendimento da cadeia produtiva do segmento e diversificar os temas abordados.

A medida vai proporcionar, de forma totalmente gratuita, uma série de cursos com carga horária igual ou superior a 20 horas, por meio do Programa Qualifica Turismo.

Os interessados na seleção devem obedecer a alguns critérios, como fornecer um breve relato da temática de cada curso sugerido, apresentar declaração de idoneidade e comprovar a inexistência de débitos ou irregularidades em outras parcerias celebradas com órgãos ou entidades da Administração Pública Federal.

A parceria não envolverá a disponibilização de recursos por parte do Ministério do Turismo. No entanto, a Pasta prestará todo o apoio necessário e divulgará as qualificações disponibilizadas pelas instituições e entidades em suas mídias.

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O órgão também vai fornecer sua logomarca para a promoção das capacitações, e haverá, ainda, a participação de representantes do Ministério do Turismo, sempre que possível, em solenidades e eventos de lançamento dos cursos, formação ou conclusão de aulas.

Por Marco Guimarães

Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

Fonte: Ministério do Turismo

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Alexandre Pires é alvo da PF em nova fase da Operação Disco de Ouro

Investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro e irregularidades na comercialização e exportação de cassiterita ligada ao garimpo ilegal na Terra Yanomami

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A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (23) a segunda fase da Operação Disco de Ouro, que tem o cantor Alexandre Pires entre os alvos de mandados de busca e apreensão. A investigação apura a atuação de uma organização suspeita de envolvimento em lavagem de capitais, falsidade ideológica e outros crimes relacionados à comercialização e exportação de minério. Segundo a PF, o grupo teria movimentado e ocultado mais de US$ 48 milhões por meio de empresas brasileiras e estrangeiras, operações financeiras internacionais, contas de terceiros e mecanismos informais de transferência de valores.

Nesta segunda etapa, foram expedidos 12 mandados de busca e apreensão e 17 ordens de sequestro de bens e valores pela Justiça Federal. A investigação também apura o uso de documentos com informações falsas para conferir aparência de regularidade a operações relacionadas à cadeia de comercialização e exportação de minério.  

Alexandre Pires e o empresário Matheus Possebon já haviam sido alvos da primeira fase da operação, realizada em dezembro de 2023. Na ocasião, policiais federais fizeram buscas no navio em que o cantor estava, no litoral de São Paulo, enquanto Possebon foi preso durante a ação. A investigação apontava suspeitas relacionadas à comercialização de cassiterita extraída ilegalmente da Terra Indígena Yanomami, em Roraima.  

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Segundo as apurações divulgadas pela PF, o minério teria sido declarado como se tivesse origem em uma área regular de garimpo em Itaituba, no Pará. A investigação aponta que essa origem constaria apenas em documentos utilizados para conferir aparência legal ao material.

Alexandre Pires passou a ser investigado após a identificação de movimentações financeiras relacionadas a uma mineradora. Na primeira fase, a PF apontou o recebimento de cerca de R$ 1 milhão relacionado à empresa. Com o avanço das investigações, também foram identificadas outras movimentações financeiras que passaram a ser analisadas pelos investigadores.  

A defesa do cantor nega qualquer envolvimento com atividades ilegais e afirma que a relação profissional mantida com Matheus Possebon se limitava à intermediação da venda de shows. Segundo os advogados, não havia outra relação jurídica ou comercial entre os dois além daquela ligada à atividade artística de Alexandre Pires. A defesa também declarou que o cantor confia no esclarecimento dos fatos durante a investigação.  

A Polícia Federal informou que os investigados poderão responder, conforme a participação atribuída a cada um, por crimes como lavagem de capitais, organização criminosa, falsidade ideológica e operação irregular de instituição financeira, além de outras infrações que eventualmente sejam identificadas no decorrer das investigações.  

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