NACIONAL

MEC participa das comemorações do 7 de setembro

O Ministério da Educação (MEC) participa do Desfile Cívico-Militar de 7 de setembro de 2025. Com o tema “Brasil Soberano”, neste ano o Governo do Brasil destaca a valorização da democracia, da inclusão social, da soberania nacional e do respeito à diversidade do povo brasileiro, por meio de três eixos temáticos: Brasil dos Brasileiros; COP30 e Novo PAC; e Brasil do Futuro, além da programação tradicional das tropas das Forças Armadas (Marinha, Exército e Forças Aéreas). 

A pasta será representada no eixo temático Brasil do Futuro e duas políticas educacionais do MEC foram selecionadas para compor o desfile: o programa Pé-de-Meia e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). 

O ministério selecionou 15 estudantes do Centro de Ensino Médio Urso Branco, da região administrativa do Núcleo Bandeirante no Distrito Federal, representando os mais de 4 milhões de beneficiários do Pé-de-Meia, para compor o pelotão de honra. Participam, ainda, 17 jovens de diferentes regiões do país que receberam o Prêmio MEC da Educação Brasileira pelo destaque na redação do Enem 2024. 

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Nesta sexta-feira, 5 de setembro, os estudantes participaram do ensaio do desfile no Setor Militar Urbano em Brasília. Em seguida, o grupo de ganhadores do Prêmio MEC foi recebido pelo ministro da Educação, Camilo Santana, na sede do MEC. Em conversa com o ministro, contaram sobre as graduações que estão cursando e falaram sobre os planos para as carreiras que pretendem seguir. 

Vocês podem ser o que quiserem e este caminho é através da educação. Não tem outro caminho para esse país se tornar um país desenvolvido, justo, soberano, é a educação. Vocês foram os primeiros a receber o Prêmio, que é uma forma de reconhecer o esforço dos estudantes. Reconhecer para estimular outros milhões de alunos, que fazem o Enem, de que vale a pena, disse Santana aos estudantes. 

Pé-de-Meia – Instituído pela Lei nº 14.818/2024, o Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional na modalidade de poupança, destinado a promover a permanência e a conclusão escolar de estudantes matriculados no ensino médio público. Seu objetivo é democratizar o acesso e reduzir a desigualdade social entre os jovens do ensino médio, além de fomentar mais inclusão pela educação, estimulando a mobilidade social. 

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Prêmio – Instituído pelo Decreto nº 12.521/2025, com regras publicadas na Portaria nº 564/2025, o Prêmio MEC da Educação Brasileira promove o reconhecimento e a valorização dos diversos atores educacionais. O objetivo é fomentar a adoção de políticas, estratégias, iniciativos e programas destinados à melhoria da qualidade da aprendizagem na educação básica que levem em conta a promoção da equidade e a redução das desigualdades, em alinhamento ao Plano Nacional de Educação (PNE). O prêmio será concedido anualmente. Os aparelhos entregues aos estudantes foram doados pela Receita Federal, sem ônus à administração pública.  
 

Assessoria de Comunicação Social do MEC 

Fonte: Ministério da Educação

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NACIONAL

InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino

O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção dEdital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS. 

Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais. 

A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde. 

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De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”   

Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.  

Seleção Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial. 

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Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos. 

As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS 

Fonte: Ministério da Educação

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