NACIONAL

Nordeste cresce 11,6% na aviação e supera média nacional de movimentação aérea em janeiro

O Nordeste iniciou o ano de 2026 em ritmo de crescimento e com fluxo de passageiros nos aeroportos acima da média nacional. Em janeiro, os terminais da região registraram 4,39 milhões de passageiros, somando embarques e desembarques em voos domésticos e internacionais. O volume representa alta de 11,56% em relação ao mesmo mês de 2025, segundo dados do Relatório de Oferta e Demanda da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), compilados pelo Ministério de Portos e Aeroportos.

No mesmo período, a movimentação aérea no Brasil cresceu cerca de 9,8%, o que coloca o Nordeste entre as regiões com desempenho acima da média nacional no início do ano. O resultado reforça a importância da aviação para a mobilidade regional e para atividades estratégicas da economia nordestina, como o turismo, o comércio e os serviços.

Segundo o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, o crescimento no Nordeste demonstra mais uma vez a importância da aviação para o desenvolvimento do país. “A aviação tem um papel fundamental na integração do Brasil. Quando vemos regiões como o Nordeste crescendo acima da média nacional, isso mostra que estamos avançando na ampliação da conectividade aérea, fortalecendo o turismo e criando melhores condições para o desenvolvimento regional”, celebrou ele.

“Estamos avançando na ampliação da conectividade aérea, fortalecendo o turismo e criando melhores condições para o desenvolvimento regional” Silvio Costa Filho

Aeroportos mais movimentados

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Entre os aeroportos mais movimentados da região, o destaque ficou com Recife (PE), que registrou 995,3 mil passageiros, equivalente a 22,66% de toda a movimentação aérea regional. Na sequência aparecem Salvador (BA), com 865,7 mil passageiros (19,71%), e Fortaleza (CE), com 628,9 mil passageiros (14,32%). Juntos, os três aeroportos concentraram mais da metade da circulação aérea da região no período, atuando como importantes hubs de conexão para voos nacionais e internacionais.

Também tiveram participação relevante na movimentação regional aeroportos com forte vocação turística, como Maceió (AL), com 336.148 passageiros; Porto Seguro (BA), com 319.128; Natal (RN), com 274.625; e João Pessoa (PB), com 204.120; além de terminais estratégicos para a integração regional, como São Luís (MA), Aracaju (SE) e Teresina (PI).

Turismo internacional em alta

O crescimento da movimentação aérea também reflete o avanço do fluxo internacional para o Nordeste. Em janeiro, os aeroportos da região registraram 229 mil passageiros em voos internacionais, com destaque para conexões com Portugal, Argentina, França, Espanha, Chile e Estados Unidos.

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Dados do painel da Embratur, com base em registros da Polícia Federal, indicam que 73,8 mil visitantes residentes no exterior, estrangeiros ou brasileiros que vivem fora do país, chegaram ao Nordeste no período, um aumento de 59% em relação a janeiro de 2025.

Entre os principais destinos desses viajantes estão Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Alagoas, estados que concentram parte significativa da infraestrutura aeroportuária internacional da região. Os dados também mostram uma forte presença de turistas sul-americanos e europeus, com destaque para visitantes da Argentina, Portugal, Itália, França e Uruguai.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

InovaSUS Digital seleciona 75 instituições públicas de ensino

O Laboratório InovaSUS Digital selecionou, em resultado preliminar, 75 instituições públicas de ensino para integrar a iniciativa, que busca fortalecer a transformação digital no Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção dEdital nº 1/2026, conduzido pelo Ministério da Saúde (MS) em parceria com o Ministério da Educação (MEC), está conectada às estratégias dos programas SUS Digital e do Agora Tem Especialistas, voltadas à ampliação do acesso da população a serviços especializados e à modernização dos sistemas de informação do SUS. O resultado preliminar do edital está disponível no site do MS. 

Ao todo, o edital recebeu 657 propostas de diferentes organizações interessadas em contribuir com soluções tecnológicas inovadoras para a saúde pública. Desse total, 383 proponentes foram habilitados, incluindo 16 institutos federais e 59 instituições públicas de ensino superior, além de instituições privadas de ensino, empresas, startups e outros perfis institucionais. 

A participação das instituições públicas de ensino reforça a contribuição das universidades federais e da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica no desenvolvimento de pesquisas, tecnologias e soluções inovadoras que podem ser incorporadas às políticas públicas. As propostas selecionadas passarão a integrar o ambiente colaborativo do Laboratório InovaSUS Digital, criado para estimular a cooperação entre governo, instituições de ensino, centros de pesquisa e setor produtivo no desenvolvimento de tecnologias aplicadas à saúde. 

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De acordo com o ministro de Estado da Educação, Leonardo Barchini, a participação das instituições públicas de ensino contribui com material de excelência no aprimoramento da transformação digital do SUS. “Com a expertise de nossas instituições públicas de educação superior e da Rede Federal de Educação Profissional, poderemos colaborar com a transformação digital do SUS para melhorar a eficiência e a qualidade do atendimento aos cidadãos. No MEC, nosso objetivo ao apoiar a ação do Ministério da Saúde é contribuir com iniciativas que impactem diretamente a vida dos brasileiros.”   

Com a publicação do resultado preliminar, o Ministério da Saúde inicia a próxima fase do processo, que prevê o aprofundamento das propostas habilitadas. O objetivo é transformar as iniciativas apresentadas em soluções capazes de gerar impacto concreto na organização e na oferta de serviços do SUS. As soluções selecionadas poderão, futuramente, subsidiar parcerias estratégicas e processos de compras públicas de inovação, conforme avaliação técnica, jurídica e de conveniência do governo federal.  

Seleção Para participar do edital, as propostas deveriam estar alinhadas a eixos estratégicos como interoperabilidade e padrões de dados; telessaúde e serviços digitais ao paciente; dispositivos médicos e internet das coisas; gestão da informação em saúde; medicina de precisão; e aplicação de inteligência artificial. 

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Entre os critérios considerados na avaliação estavam relevância institucional, urgência do problema apresentado, potencial de escalabilidade, viabilidade técnica e grau de inovação. Para serem habilitadas, as propostas precisaram alcançar pontuação mínima de 60 pontos. 

As instituições participantes também deveriam demonstrar capacidade técnica e experiência em saúde digital, além de atender a requisitos jurídicos e fiscais e apresentar compromisso com princípios éticos, governança, segurança da informação e proteção de dados pessoais, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). 

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do MS 

Fonte: Ministério da Educação

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