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Agência Nacional de Mineração abrirá 80 vagas em 2025

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A Agência Nacional de Mineração (ANM), vinculada ao Ministério de Minas e Energia (MME), confirmou que abrirá 80 vagas para Técnico em Atividade de Mineração neste ano, na 2ª edição do Concurso Público Nacional Unificado (CPNU). O anúncio do concurso reflete o esforço do MME para fortalecer a ANM.

No entendimento do ministério, ampliar o quadro técnico e reforçar a estrutura da agência é fundamental para a manter capacidade de fiscalização e resposta, garantindo o desenvolvimento sustentável e socialmente responsável do setor mineral.

Nesse sentido, o MME coordena a execução de um plano estruturante que envolve também a valorização das carreiras da ANM, incluindo reajuste salarial dos servidores e a readequação do seu quadro de cargos. Além disso, o ministério apoia medidas de modernização da regulamentação e dos sistemas digitais na agência.

As inscrições para o CPNU, anunciado pelo Ministério da Gestão e da Inovação (MGI), estão previstas para começar em julho deste ano. Ao todo, o certame oferecerá 3.352 vagas em 35 órgãos públicos.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759/5620 | E-mail: [email protected]

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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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NACIONAL

MEC solicita atuação da PF e da AGU em função das ameaças às universidades federais

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O Ministério da Educação (MEC) solicitou que a Polícia Federal (PF) investigue as ameaças que estão sendo direcionadas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas nos últimos dias. A Advocacia-Geral da União (AGU) também foi acionada para que atue com a adoção das medidas jurídicas cabíveis.

Nos ofícios enviados às duas instituições o MEC pede providências aos órgãos competentes diante da gravidade das ameaças de violência e de destruição patrimonial, além da utilização de símbolos nazistas contra as universidades federais, estudantes e docentes reportadas ao MEC, especialmente, nesta semana.

Os casos de ameaças foram registrados nos campi da Universidade Federal Fluminense (UFF), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), da Universidade de Brasília (UnB), da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP), da Universidade Federal de Jataí (UFJ), da Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA), da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB).

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Nos documentos enviados, o MEC ressalta que a atuação da PF e da AGU são urgentes “para apurar a autoria, a materialidade e as circunstâncias das ameaças e dos atos de violência direcionados às universidades federais.”

“O contexto sensível do período eleitoral amplia a gravidade desses atos, tornando imperativa a salvaguarda da integridade física da comunidade acadêmica e do patrimônio público. Essas ameaças e violências buscam intimidar o debate democrático, perturbar a ordem pública e comprometer o livre exercício das funções constitucionais das instituições de ensino superior”, diz trecho dos ofícios encaminhados.

Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria-Executiva

Fonte: Ministério da Educação

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