NACIONAL

Aeroporto de Americana (SP) receberá recursos R$ 16,3 milhões do FNAC para ampliação e modernização

O Governo Federal deu mais um passo importante para o fortalecimento da aviação regional no interior paulista ao autorizar, nesta segunda-feira (3), o início das obras de ampliação e qualificação do Aeroporto Municipal Augusto de Oliveira Salvação, em Americana (SP). Com investimento inicial de R$ 16,3 milhões, a iniciativa será executada diretamente pelo Ministério de Portos e Aeroportos (MPor), com recursos do Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC). A iniciativa faz parte do Plano Aeroviário Nacional — programa do Governo Federal cujo objetivo é fortalecer a aviação regional por meio da modernização da infraestrutura de aeroportos regionais.

Durante a assinatura da ordem de serviço, o ministro Silvio Costa Filho destacou a importância estratégica do investimento. “Esse primeiro momento prevê quase R$ 20 milhões em investimentos, com ampliação da pista, requalificação do terminal e melhoria na segurança noturna da aviação. A ideia é transformar o aeroporto de Americana num grande hub logístico, não apenas com voos comerciais, mas também com o fortalecimento da aviação geral e do transporte de cargas”, afirmou.

Com forte vocação industrial, especialmente no setor têxtil, e crescimento nos setores de comércio, serviços e empreendedorismo, Americana registrou, em 2024, o maior movimento de passageiros de sua história: 25.812 embarques e desembarques.

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Nesse contexto, a diretora de Gestão Estratégica da Secretaria Nacional de Aviação Civil, do Ministério de Portos e Aeroportos, Thairyne Oliveira, destacou a relevância do aeroporto no cenário federal. “O aeroporto de Americana está no Plano Aeroviário Nacional, um privilégio para poucos. Hoje, apenas 249 aeroportos no país podem receber investimentos federais. Com responsabilidade técnica e validação do TCU (Tribunal de Contas da União), estamos ampliando a pista e investindo em auxílio à navegação, o que permitirá a transição da aviação geral para operações comerciais”, disse.

Infraestrutura ampliada e mais segura

Entre as melhorias previstas estão o alargamento da pista de pouso e decolagem dos atuais 10 metros para 23 metros (mantendo o comprimento de 1.100 metros); reforço do pavimento da pista e implantação de área de giro na cabeceira; implantação de RESAs (áreas de segurança nas extremidades da pista); restauração das pistas de taxiamento e implantação de acostamentos; melhorias na drenagem das áreas operacionais; novo balizamento luminoso, sinalização horizontal e vertical, farol iluminado e biruta; e instalação do sistema PAPI (indicador visual de rampa de aproximação).

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Com essas melhorias, o aeroporto estará apto a operar aeronaves código 2C (porte médio), como o modelo ATR42, que levam cerca de 50 passageiros, inclusive em operações noturnas.

Conectividade e futuro

Com a nova infraestrutura, o Aeroporto de Americana se consolida como um polo estratégico de conectividade regional, capaz de atender à crescente demanda de passageiros, ampliar a malha aérea e fortalecer a logística de cargas no interior paulista.

Durante o evento, o diretor-presidente substituto da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Roberto Honorato, destacou a importância da iniciativa para o desenvolvimento sustentável da aviação regional. “Esse momento marca um avanço importante para a aviação regional, que impulsiona negócios, turismo e mobilidade. É uma grande honra participar dessa conquista, resultado da parceria entre o setor público e a iniciativa privada. Quando há sinergia, a aviação cumpre seu papel de promover o desenvolvimento do país. A Anac segue comprometida em garantir segurança e excelência nas operações deste aeroporto”, concluiu.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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NACIONAL

O que são sistemas isolados?

Os Sistemas Isolados são instalações elétricas públicas de distribuição de energia, que, em sua configuração normal de operação, não estão conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). Eles atendem localidades onde a interligação ao sistema nacional apresenta limitações técnicas, geográficas ou econômicas.

No Brasil, os Sistemas Isolados atendem principalmente comunidades localizadas em regiões de difícil acesso, como áreas da Amazônia Legal e ilhas oceânicas. Um exemplo é o arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco, cuja demanda por energia é suprida por um sistema próprio, independente da rede elétrica nacional.

A operação desses sistemas considera as características geográficas, logísticas e ambientais de cada localidade. Tradicionalmente, a geração de energia é realizada por usinas termelétricas movidas a combustíveis fósseis. Em algumas localidades, também são utilizados sistemas de geração a partir de fontes renováveis, como a energia solar, além de sistemas de armazenamento de energia.

Os Sistemas Isolados integram a estrutura do setor elétrico nacional e constituem uma das formas de atendimento ao fornecimento de energia elétrica em áreas não conectadas ao SIN.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone:
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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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