SOCIAL

Com presença do governador e da primeira-dama Virgínia Mendes, advogados de MT celebram casamento em hotel de luxo em São Paulo

Os advogados cuiabanos Yendis Costa e Rafael Pereira oficializaram a união no último sábado (28), em uma cerimônia realizada no sofisticado Rosewood Hotel, em São Paulo. O evento contou com a presença do governador Mauro Mendes (União Brasil) e da primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, que participaram como padrinhos do casal.

A celebração reuniu ainda empresários, lideranças políticas e convidados da alta sociedade mato-grossense. A programação se estendeu por três dias, com momentos marcados por requinte, organização impecável e forte carga emocional.

O cenário escolhido para a cerimônia civil foi um dos espaços mais prestigiados da capital paulista, conhecido pelo alto padrão e pela arquitetura que mescla modernidade e elegância. O ambiente foi cuidadosamente preparado para receber familiares e amigos em um clima de celebração intimista e sofisticada.
Entre os presentes esteve também a deputada estadual Janaína Riva (MDB), que prestigiou a união.

Nas redes sociais, a primeira-dama Virgínia Mendes compartilhou uma mensagem emocionada ao falar sobre o momento especial vivido ao lado dos afilhados. Em publicação, ela destacou a honra de testemunhar a união e ressaltou a beleza do sentimento celebrado durante a cerimônia.

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Segundo Virgínia, acompanhar de perto a oficialização do casamento foi motivo de alegria e gratidão, enfatizando o carinho e a admiração que nutre pelo casal.
A união de Yendis e Rafael foi celebrada com discrição e sofisticação, refletindo a trajetória profissional consolidada dos noivos e a rede de amizades construída ao longo dos anos em Mato Grosso.

VÍDEO DO CASAMENTO INSTAGRAN VIRGINIA MENDES CLIQUE 

 

 

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MULHER

O primeiro tapa quase nunca é o começo da violência Por: Virginia Mendes

Quando um caso de violência contra a mulher ganha as manchetes, muita gente imagina que tudo começou com um tapa. Mas, na maioria das vezes, não é assim. A agressão física costuma ser o último estágio de uma violência que começou muito antes, de forma silenciosa, disfarçada de cuidado, amor ou ciúme.

Primeiro vêm os comentários sobre a roupa. Depois, as críticas às amizades, à família, ao trabalho e às redes sociais. Aos poucos, o controle sobre horários, decisões e escolhas se torna parte da rotina. O ciúme deixa de ser sentimento e passa a ser posse. É aí que mora o perigo.

A violência psicológica não deixa, necessariamente, marcas no corpo, mas pode destruir a autoestima, a liberdade e a saúde emocional da mulher. Humilhações, ameaças, chantagens, manipulação e isolamento fazem com que muitas vítimas percam a confiança em si mesmas e acreditem que não conseguirão sair daquela situação.

Por isso, é preciso reconhecer os sinais antes que a violência evolua para agressões físicas e, em casos extremos, para o feminicídio.

Todo relacionamento tem conflitos e divergências. O que não pode ser normalizado é o desrespeito. Se uma mulher muda a maneira de se vestir, deixa de conviver com a família ou passa a medir cada palavra por medo da reação do companheiro, ela não está vivendo uma relação saudável. Isso não é amor.

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E há uma verdade que precisa ser repetida: a culpa nunca é da vítima. Nenhuma roupa, escolha ou comportamento justifica uma agressão. A única pessoa responsável pela violência é quem decide praticá-la.

Ao longo da minha caminhada, ouvindo mulheres e acompanhando histórias de superação, muitas vezes escutei a mesma frase: “Eu não percebi quando tudo começou”. É justamente por isso que a informação é tão importante. Precisamos falar sobre os primeiros sinais para que as mulheres possam reconhecê-los e buscar ajuda antes que seja tarde.

Também precisamos fortalecer a rede de apoio. Familiares, amigos, vizinhos e colegas de trabalho devem estar atentos. Muitas mulheres permanecem em silêncio por medo, vergonha, dependência financeira ou pela esperança de que o agressor mude. Acolher, orientar e incentivar a denúncia pode salvar vidas.

Defendo que o Brasil avance na prevenção, na proteção das vítimas e na punição dos agressores. É preciso investir em educação e acolhimento, mas também discutir o endurecimento das leis. Defendo a reforma da Constituição para permitir a prisão perpétua para feminicidas e autores de crimes hediondos. Crimes tão graves exigem respostas à altura de sua brutalidade.

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Mas nenhuma punição será suficiente se continuarmos chegando tarde. Precisamos agir diante dos primeiros sinais, antes que o controle vire agressão e que a agressão termine em tragédia.

Se você vive uma relação marcada pelo medo, pelo controle, pelas ameaças ou pelas humilhações, pedir ajuda não é fraqueza. É coragem. Você não está sozinha.

Denuncie. O silêncio protege o agressor, nunca a vítima. O Ligue 180 oferece orientação e encaminhamento para a rede de proteção. Em situações de risco imediato, acione a Polícia Militar pelo 190.

A violência doméstica não começa com o primeiro tapa. Muitas vezes, começa com palavras, controle em diversas situação, entre elas a patrimonial e violência psicológica. Reconhecer os primeiros sinais pode salvar uma vida.

Virginia Mendes é economista, ex-primeira-dama de Cuiabá, ex-primeira-dama de MT idealizadora do programa SER Família.

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