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Promotoria destina R$ 180 mil para construção de sala sensorial na Apae

A Promotoria de Justiça de Tapurah (a 433 km de Cuiabá) destinou R$ 180 mil, via Banco de Projetos, Fundos e Entidades (Bapre), para construção de uma sala de estimulação sensorial na Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do município. A obra foi entregue recentemente e a sala já está em pleno funcionamento. Conforme o promotor de Justiça Marlon Pereira Rodrigues, os recursos destinados são oriundos de acordos formalizados pelo Ministério Público. “A sala de estimulação sensorial é um espaço inovador capaz de aumentar a atenção e promover o desenvolvimento global de pessoas com transtornos neurológicos. Essa iniciativa reforça nosso compromisso com a inclusão e a melhoria da qualidade de vida da população de Tapurah”, argumentou. A sala sensorial é projetada para reduzir crises de agressividade e impulsividade, além de aumentar a atenção visual, auditiva e tátil-cinestésica, contribuindo para minimizar o estresse e outras condições. Com estímulos que envolvem luzes, sons, cores e texturas, o ambiente proporciona sensação de prazer e favorece o desenvolvimento global do indivíduo. Considerada uma referência inovadora no campo das terapias, a sala desempenha papel essencial no fortalecimento das habilidades funcionais.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP participa da inauguração de oficina de costura em penitenciária

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), por meio do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal, participou, nesta quinta-feira (23), da inauguração da oficina de costura escola da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. A nova estrutura vai ofertar 120 vagas de trabalho, com jornada de oito horas diárias, contribuindo para a reintegração social das reeducandas e para a redução de custos do Estado. Ao todo, foram instaladas 91 máquinas de costura, adquiridas pela Secretaria Adjunta de Administração Penitenciária (SAAP).
Atualmente, 20 reeducandas já foram certificadas pelo Senai e atuarão como multiplicadoras, auxiliando na capacitação das demais internas. O espaço conta com área de produção, estoque de matéria-prima e de peças prontas, além de refeitório e área de descanso. A produção da oficina será destinada, principalmente, à confecção de uniformes escolares da rede estadual, o que permitirá economia aos cofres públicos.
A procuradora de Justiça Josane Fátima de Carvalho Guariente destacou que o Ministério Público atua de forma permanente no fortalecimento de projetos voltados à ressocialização no sistema prisional. “A oficina de costura representa uma oportunidade concreta de qualificação profissional e de reinserção social. Além do trabalho e da renda, iniciativas como essa fortalecem a autoestima dessas mulheres e contribuem para um recomeço digno.”

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A procuradora também ressaltou a importância de práticas humanizadas, alinhadas a experiências exitosas, como as desenvolvidas na Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), em especial nas unidades femininas, que estimulam responsabilidade, autonomia e a reconstrução de vínculos familiares.

A diretora da Penitenciária Feminina, Keily Adriana Arruda Marques, afirmou que a participação no projeto é voluntária e teve grande adesão. “As reeducandas recebem capacitação prática e certificação profissional, o que amplia as chances de retorno digno à sociedade. Já temos uma lista de mulheres interessadas em participar das próximas etapas.”

O presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, informou que a oficina atenderá demandas de órgãos públicos, com produção inicial estimada em 110 mil peças de uniformes escolares, podendo ser ampliada gradativamente.

Já o secretário de Estado de Justiça, Valter Furtado Filho, destacou que o investimento reforça a política de ressocialização adotada pelo Estado. “Esse investimento representa um caminho eficaz para a ressocialização, ao garantir trabalho, dignidade e qualificação profissional. As reeducandas saem mais preparadas para o mercado de trabalho e para a vida em sociedade.”

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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