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Projeto piloto chega ao fim e iniciativa será expandida para área meio

O projeto piloto de gestão por competências, executado no Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do Ministério Público do Estado de Mato Grosso, encerrou o 1º ciclo de avaliação de desempenho com a identificação de nove competências e 33 indicadores comportamentais mapeados. Os resultados do projeto foram apresentados, nesta quinta-feira (08), na última reunião dos integrantes da Comissão de Gestão de Competências.

A subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki, adiantou que com a conclusão do projeto piloto, a iniciativa deverá ser expandida para a área de apoio administrativo. “Vamos começar pela área meio, campo mais fértil para o uso das ferramentas e construção dos Planos de Desenvolvimento Individuais”, destacou a subprocuradora-geral.

A avaliação, conforme o consultor Victor Barbalho, foi realizada sob quatro perspectivas: técnica, comportamental, responsabilidade e resultados. O coeficiente institucional, calculado a partir dos índices obtidos em cada perspectiva, alcançou o desempenho geral de 81,63%.

Em relação aos gestores, foram evidenciados como pontos fortes a comunicação e o comprometimento com o resultado, destacando a capacidade de orientação, desenvolvimento e envolvimento de suas equipes. Já em relação aos servidores, a avaliação evidenciou a capacidade de reconhecimento e valorização das competências uns dos outros.

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“O projeto piloto trouxe muitas informações que precisam ser analisadas. Além da divulgação dos principais resultados da avaliação, é necessário garantir a realização dos feedbacks e a elaboração dos Planos de Desenvolvimento Individuais (PDIs) para posterior planejamento das ações de desenvolvimento vinculadas ao processo de Gestão por Competências”, destacou o consultor.

O coordenador da Escola Institucional do MPMT, promotor de Justiça Antonio Sergio Cordeiro Piedade, enfatizou a importância do processo de avaliação, lembrando que a gestão de pessoas é uma área de conhecimento científico que exige aprimoramento contínuo. “A partir desses resultados, precisamos promover o alinhamento necessário para enaltecer o que as nossas equipes têm de melhor e corrigir eventuais limitações, de modo a oferecer um serviço cada vez melhor à sociedade”.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos

O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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