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Projeto do MP fortalece saúde mental de servidores do sistema prisional

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Com foco na valorização da saúde mental, no fortalecimento das relações interpessoais e na conscientização sobre os impactos do adoecimento psíquico na rotina profissional e pessoal, servidores do Centro de Ressocialização de Várzea Grande (CRVG) participaram da apresentação do projeto “Profissionais do Sistema Penitenciário – Promovendo Saúde Mental e Bem-Estar”. A iniciativa é do Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT), em parceria com a Secretaria de Estado de Justiça (Sejus). Realizada na terça-feira, 17 de junho, a atividade marcou o encerramento da etapa de escuta dos servidores, cujo objetivo foi colher depoimentos, sugestões e contribuições sobre a temática, visando à construção de um ambiente de trabalho mais humano, seguro e acolhedor. A apresentação contou com a presença da procuradora de Justiça e coordenadora do Centro de Apoio Operacional da Execução Penal (CAO da Execução Penal), Josane Fátima de Carvalho Guariente. Também participaram, representando o CAO, a policial penal Waldicele Maria de Arruda Duarte e a auxiliar ministerial e psicóloga Vitória Harumi Pinheiro Yoshida, ambas integrantes da equipe executora do projeto. Pela Sejus, estiveram presentes a coordenadora da Coordenadoria de Aplicação, Desenvolvimento, Saúde e Segurança, Alcedina Tereza Pedroso de Arruda Alves; a superintendente de Gestão de Pessoas, Aline Parminode Palma; e a gerente de Saúde e Segurança, Mara Magri. As representantes destacaram a importância do cuidado com a saúde integral dos servidores e reafirmaram o compromisso da Secretaria com políticas de valorização humana. A direção do CRVG também prestigiou o evento e manifestou apoio à iniciativa. O diretor da unidade, localizada atualmente em Cuiabá, Wendy Alves da Cruz, reforçou a disposição da equipe para colaborar com o desenvolvimento contínuo das ações. O projeto segue com programação em outras unidades prisionais do Estado, consolidando-se como uma estratégia inovadora e necessária para o cuidado com os profissionais que atuam em um dos contextos mais desafiadores do serviço público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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