MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Pacificação de conflitos no ambiente escolar será debatida terça-feira
“Pacificação social de conflitos no ambiente escolar” será tema do webinar da série MP Debate a ser realizado nesta terça-feira, das 9h às 11h30, por meio da plataforma Microsoft Teams. O evento virtual é destinado a membros e servidores do Ministério Público brasileiro e à comunidade escolar, com transmissão ao vivo pelo canal do Ministério Público do Estado de Mato Grosso no YouTube. A série MP Debate visa estimular a reflexão e a definição de diretrizes para atuação dos integrantes do MPMT.
O webinar consistirá na realização de duas palestras. A primeira, com o tema “Estratégias e práticas de mediação de conflitos na escola”, será proferida pelo professor doutor em Filosofia Marcelo Luiz Pelizzoli, da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A segunda, “Pacificação social de conflitos no ambiente escolar e a questão racial”, será ministrada pela professora doutora em Educação Cândida Soares da Costa, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT).
A promotora de Justiça Fernanda Luckmann Saratt, de Colniza, será a presidente das mesas e o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Junior, coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAO) de Educação, atuará como debatedor. O webinar é promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT.
Fonte: MP MT
MINISTÉRIO PÚBLICO MT
Réu que tentou matar ex diante das filhas é condenado a 23 anos
O Tribunal do Júri de Várzea Grande condenou, na última quinta-feira (7), Alessandro Ivo de Moraes a 23 anos e 4 meses de reclusão por tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira.
O crime ocorreu em 25 de maio de 2025, na residência da vítima, na presença das cinco filhas do casal, todas menores de idade. Segundo as investigações, inconformado com o término do relacionamento, o réu invadiu o imóvel, utilizou uma faca e atacou a vítima. A filha mais velha, então com 17 anos, tentou proteger a mãe e também foi ferida.
O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese apresentada pelo Ministério Público. O réu permanecerá preso, e o juiz presidente, Pierro Mendes, determinou o início imediato do cumprimento da pena.
O promotor de Justiça que atuou no Tribunal do Júri, César Danilo Novais, ressaltou que a decisão reafirma o compromisso institucional no enfrentamento à violência contra a mulher e na proteção à vida. Segundo ele, o julgamento também representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal.
“A sociedade não aceita o inaceitável. A vida é inviolável. Todas as vidas importam. As vidas das mulheres também. Chega de violência sanguinária.”
Segundo o promotor, o julgamento representa um marco para a comarca, sendo a primeira condenação com base na Lei nº 14.994/2024, que tipificou o feminicídio como crime autônomo no Código Penal
Fonte: Ministério Público MT – MT
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