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Mineração no Rio Peixoto será debatida em Audiência Pública pelo MPMT

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Os impactos ambientais decorrentes das atividades de mineração no Rio Peixoto e a implementação de medidas de controle e fiscalização estarão em debate no dia 3 de julho, às 18h, no plenário da Câmara Municipal de Peixoto de Azevedo (a 672,9 km de Cuiabá).O evento é uma realização da 1ª Promotoria de Justiça Cível, em conjunto com a Promotoria de Justiça de Matupá, e tem por objetivo coletar, junto à sociedade civil e ao Poder Público, informações que subsidiem a atuação do Ministério Público do Estado de Mato Grosso.A audiência pública tem como público-alvo representantes de entidades ambientais, universidades, associações comunitárias, órgãos ambientais e de controle, Ministério Público Federal, cooperativas, entidades de classe, lideranças e as prefeituras de Matupá e Peixoto de Azevedo, além de toda a sociedade civil.A consulta será presidida pela promotora de Justiça Fernanda Luckmann Saratt, responsável pela condução dos trabalhos. Cada órgão e autoridade presente poderá se manifestar presencialmente, mediante inscrição prévia.Na ocasião, serão debatidas estratégias para a regulação ambiental das balsas e apresentadas propostas concretas para a mitigação dos danos ambientais. Também serão discutidas medidas para a formalização de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre a Cooperativa dos Garimpeiros de Peixoto (Cooperio), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e o Ministério Público.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MP recomenda suspensão de novos pacientes em clínica de reabilitação

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A 1ª Promotoria de Justiça Cível de Chapada dos Guimarães (a 65 quilômetros de Cuiabá) recomendou a suspensão imediata da admissão de novos pacientes no Centro de Tratamento Vida Serena Premier após identificar indícios de irregularidades no funcionamento da unidade. A medida foi adotada no âmbito de um inquérito civil instaurado para apurar supostas irregularidades na clínica, que atende pessoas com transtornos mentais e dependência química. As investigações começaram após denúncia encaminhada à Ouvidoria do Ministério Público de Mato Grosso. A apuração integra ações do projeto Escuta Pró-Ativa, coordenado pela ouvidora-geral do MPMT, procuradora de Justiça Eliana Cícero de Sá Maranhão Ayres Campos, que realiza visitas técnicas para verificar as condições de atendimento em unidades de acolhimento e tratamento. Neste ano, o projeto já promoveu fiscalizações em penitenciárias de Cuiabá e Várzea Grande, além de comunidades terapêuticas e clínicas localizadas em Várzea Grande e Chapada dos Guimarães. Durante as inspeções, relatórios técnicos apontaram possíveis inconsistências entre o licenciamento da unidade e as atividades efetivamente desenvolvidas no local. Em inspeção realizada na instituição, foram identificados cerca de 43 pacientes acolhidos. Também foram constatadas possíveis inadequações estruturais e indícios da realização de procedimentos típicos de unidades médico-hospitalares. De acordo com a promotoria, a fiscalização realizada pelo Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso (CRM-MT) constatou que a unidade realiza internações voluntárias, involuntárias e compulsórias. O relatório também apontou incompatibilidades entre os serviços prestados e o licenciamento sanitário então vigente, além de outras inconformidades administrativas e técnicas. O Ministério Público também constatou, durante a inspeção, a ausência de licença sanitária válida para o funcionamento da clínica. Conforme o procedimento, o alvará anteriormente apresentado perdeu a vigência e, até o momento, não houve comprovação da obtenção de uma nova autorização. Para o promotor de Justiça Leandro Volochko, a medida tem caráter preventivo e busca garantir a proteção dos pacientes. “Nosso objetivo é resguardar a saúde e a segurança das pessoas acolhidas enquanto os órgãos competentes analisam a regularidade do funcionamento da unidade e das atividades desenvolvidas no local”, destacou. Além da recomendação para suspender novas internações, a Promotoria requisitou informações sobre os pacientes atualmente acolhidos e determinou o envio de ofícios à Vigilância Sanitária e ao CRM-MT para a realização de novas fiscalizações.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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