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Gaeco apreende drogas, armas e mais de R$ 500 mil de facção em Sinop

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O Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) de Sinop deflagrou, nesta quinta-feira (28), a operação “Identidade Oculta”, que investiga a atuação da facção criminosa Comando Vermelho no município. A operação é resultado de diversas investigações conduzidas pelo Gaeco, que permitiram identificar crimes e levantar informações sobre a estrutura e o funcionamento da organização criminosa.A partir da análise de celulares apreendidos em operações anteriores, foram identificados indícios de crimes como tráfico de drogas e extorsão. Com base nessas informações, foram cumpridas oito ordens judiciais, entre mandados de busca e apreensão e de prisão. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos entorpecentes, armas de fogo, munições, aparelhos eletrônicos e veículos, além de mais de R$ 500 mil, entre dinheiro em espécie e cheques, encontrados com os investigados. Todo o material apreendido será submetido à perícia para subsidiar a continuidade das investigações e a identificação de outros envolvidos.A operação contou com o apoio da Polícia Militar, por meio do 3º Comando Regional e do 26º CIPM de Força Tática, além da Polícia Judiciária Civil.O Gaeco é uma força-tarefa permanente formada pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso, Polícia Judiciária Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e Sistema Socioeducativo.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes

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O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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