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Seduc estimula práticas ambientais e sustentáveis entre a comunidade escolar

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O mês de junho é um dos mais importantes do ano no calendário voltado às questões ambientais. Nesta sexta-feira (03.06), comemora-se o Dia Nacional da Educação Ambiental e, no domingo (05.06), será a vez do Dia Mundial do Meio Ambiente. Ambas as datas são relevantes alertas à degradação dos recursos naturais e estimula reflexões sobre a necessidade de preservação do meio ambiente para sobrevivência de todos os seres vivos.

No caso específico da Educação Ambiental, a Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) tem um motivo a mais para comemorar. “Trata-se de mais uma oportunidade ímpar para que os profissionais da Educação e a comunidade escolar reflitam sobre o quanto as ações desenvolvidas no meio ambiente no momento presente influi no futuro”, analisa Alan Porto, secretário de Estado de Educação.

Ele lembra que a educação ambiental é rotina nas escolas da Rede Estadual de Ensino e objetiva a compreensão dos conceitos relacionados com o meio ambiente, sustentabilidade, preservação e conservação. “Representa não apenas um conjunto de ações sustentáveis voltadas para a conservação do meio ambiente, como, também, de construção de pessoas mais conscientes e críticas, fortalecendo práticas cidadãs”, completa.

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A educação ambiental é tema forte, sobretudo, em 135 escolas do campo e cinco escolas quilombolas localizadas em 70 dos 141 municípios de Mato Grosso. Ao todo, a rede atende 38.147 alunos em áreas rurais e remanescentes de quilombos.

Por conta desse momento diferenciado, a Seduc, por meio da Secretaria Adjunta de Gestão Educacional (SAGE) e da Superintendência de Diversidades (SUDI), intensifica a divulgação das inscrições para a seleção de projetos de Educação Ambiental e Sustentabilidade, destinada às escolas que atendem a Educação do Campo e Quilombola. Os valores disponíveis chegam a R$ 250 mil, podendo atender a 40 escolas com recursos de até R$ 6.250,00 por unidade escolar.

Entre os temas, que poderão ser abordados nos projetos, estão Arborização com Espécies Frutíferas; Reutilização da Água; Reciclagem/ Reutilização de Lixo; Compostagem; Reutilização de Alimentos; Preservação de Espécies em Extinção e/ ou Perda de Biodiversidade; Biofertilizante Líquido; Queimadas e Preservação de Biomas.

“É mais uma ação que desenvolvemos para subsidiar projetos que ampliam as aprendizagens essenciais, mas que também promovam nos estudantes o desenvolvimento do protagonismo juvenil, valores de cidadania, inclusão social e responsabilidade em meio às questões ambientais, tão necessárias na atualidade”, concluiu Alan.

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Outra intenção da Secretaria, para o desenvolvimento destes projetos, é promover a recuperação da aprendizagem dos estudantes. Com a prática das atividades de educação ambiental, toda a comunidade escolar atuará de maneira interdisciplinar, estabelecendo relações com a parte teórica dos componentes curriculares da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento de Referência Curricular de Mato Grosso (DRC-MT), e a Parte Diversificada.

Para conhecer o documento e fazer a inscrição acesse AQUI

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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