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Projeto Caminhos do Morro promove 3ª edição do Dia Especial Turismo Rural

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O Projeto Caminhos do Morro promove a terceira edição do Dia Especial Turismo Rural, no próximo sábado (09.12), na Comunidade Morrinho, em Santo Antônio de Leverger. A iniciativa é coordenada pela Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural (Empaer) e Associação de Pequenos Produtores Rurais e Moradores de Morrinho (Aprumo), com apoio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf).

Com assistência técnica da Empaer, o evento terá uma programação diversificada, incluindo passeio a cavalo.

Os participantes sairão da sede da Aprumo para o percurso ao redor do morro de Santo Antônio.

O evento é gratuito, com abertura programada para as 7h, com café da manhã e apresentação cultural. Durante todo o dia irão acontecer as feiras da agricultura familiar e gastronômica, além da exposição de carros antigos e a novidade, a corrida “Desafio no morro – 5 km.

Sobre o projeto

A iniciativa nasceu em 2020 com o objetivo de inserir a Comunidade Morrinho na cadeia produtiva do turismo rural. Foi observada pela equipe da Empaer a potencialidade da região, de acordo com o que cada propriedade tinha a oferecer.

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De resultado, algumas iniciativas foram consolidadas com geração de emprego e renda e melhora a qualidade de vida com a promoção do desenvolvimento sustentável.

No decorrer do projeto, foram promovidos encontros, cursos de capacitação, visitas técnicas e dias de campo.

Serviço
Dia Especial Turismo Rural
Onde: Comunidade Morrinho, Santo Antônio do Leverger
Quando: Sábado (08.12)

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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