MATO GROSSO
“Programas do Governo de MT atendem 100% dos atletas olímpicos do Estado”, afirma secretário
“O Bolsa Atleta, que faz parte do projeto Olimpus, tem orçamento suficiente para atender até 615 atletas, mas hoje atendemos 300 atletas olímpicos e cerca de 70 não olímpicos. Conforme nossos atletas forem tendo resultados em nível local, nacional e internacional, nós já temos recursos disponíveis para ampliar esse projeto. Hoje nenhum atleta olímpico que apresente resultados deixa de ser atendido. Inclusive, atendemos 100% dos atletas de esportes olímpicos”, pontuou.
Jefferson destacou que essa foi uma política pública adotada na gestão do governador Mauro Mendes, e afirmou ter visto pessoalmente o impacto da falta de incentivo anteriormente. Isso porque, antes de compor a gestão do atual governo, Jefferson era professor e treinador de Natação, e a realidade que observava era de que o atleta chegava ao seu auge, gerava excelentes resultados, mas, posteriormente, o Estado perdia este atleta para grandes clubes da Região Sudeste do país.
“Em um passado recente, por volta de 2017, vi muito isso acontecer. O atleta descia do pódio com a medalha e já tinha o treinador do Flamengo, do Pinheiros, do Minas, fazendo convite para ele ir embora. E se ele não tinha apoio aqui em Mato Grosso, o atleta ia embora mesmo”, relembrou.
No entanto, a criação de um ciclo que financia o atleta e o treinador, por meio do Olimpus; que financia os projetos sociais, por meio do Pontos de Esporte e que também financia contratos de passagens aéreas e terrestres para estimular que os atletas mato-grossenses participem das competições nacionais e internacionais, fez com que muitos destes talentos não precisassem sair do próprio estado para viver o esporte.
O secretário ressaltou que, para acompanhar o avanço no fomento ao esporte, a Secretaria um importante passo com a implantação da Escola de Formação em Esporte e Lazer, que recebe o investimento de R$ 800 mil da Secel.
“Eu vi vidas serem transformadas pelo esporte. Quando assumimos este desafio frente à Secel, nós colocamos como meta fazer com que os recursos destinados ao esporte chegassem a seu destino final. Todas essas iniciativas são provas de que é isso que o Governo de Mato Grosso vem fazendo”, finalizou Jefferson.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT
Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente
Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.
Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.
Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.
“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.
A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.
Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.
“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.
O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.
Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.
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