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Professores e alunos de MT têm até sexta-feira (14) para fazer inscrição em programa de financiamento de pesquisas

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As inscrições para a 4ª edição do programa Pesquisa e Inovação na Escola (PIE) acabam nesta sexta-feira (14.2). O programa, uma iniciativa da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação (Seciteci) e Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), visa incentivar trabalhos científicos de professores e alunos da rede estadual de ensino.

As pesquisas escolhidas receberão até R$ 26 mil. Desse total, R$ 11 mil serão reservados a bolsas de auxílio para professores e alunos, além de R$ 15 mil reais para compra de equipamentos e materiais de custeio que posteriormente ficarão para a escola ao fim da pesquisa. Serão selecionados 100 projetos.

Segundo o secretário de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação, Allan Kardec, este é um investimento essencial por despertar o interesse pela pesquisa nos professores e estudantes.

“São R$ 2,6 milhões que o Governo de Mato Grosso investe, através de política pública, no cumprimento de nossa missão institucional de popularizar o gosto pelo conhecimento científico e tecnológico”, afirma o secretário Allan Kardec.

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Kassiana Galli, coordenadora do programa, explica que o PIE oferece ao professor o desenvolvimento de habilidades e desperta nos alunos um olhar diferenciado sobre o que é um projeto de pesquisa.

“Os alunos são incentivados a realizar experimentos, formular hipóteses e analisar dados, permitindo, assim, decisões formadas em evidências, onde se tornam protagonistas e aprendem a tomar decisões. Por isso, o programa desenvolve alunos muito mais preparados para ingressar em uma universidade”, completa a coordenadora.

Para se candidatar, o professor deve obrigatoriamente ter titulação mínima de graduação, possuir vínculo estatutário ou celetista com a Secretária de Estado de Educação (Seduc), atuar na escola onde o projeto será executado e ter currículo atualizado nas plataformas Lattes e no SIGFAPEMAT.

A concorrência entre os projetos será regional com os 100 selecionados divididos entre as 14 Diretorias Regionais de Educação (DRE). Para mais detalhes, confira o edital completo clicando aqui.

As propostas devem ser encaminhadas de forma online, através de formulário disponível na plataforma SIGFAPEMAT (acesse aqui).

Em casos de dúvidas ou dificuldades no preenchimento dos itens do formulário, o atendimento será realizado pelo e-mail [email protected], de segunda a sexta-feira.

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*Sob supervisão de Téo Meneses.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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