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Procurado por homicídio em festa no Maranhão é preso pela Polícia Civil de MT em Alta Floresta

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Um homem foragido da Justiça por tentativa de homicídio ocorrida no Maranhão foi preso pela Polícia Civil de Mato Grosso, nesta quarta-feira (26.07), em ação conjunta realizada pelos policiais da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e da Delegacia de Alta Floresta (803 km ao norte de Cuiabá).

Após cometer o crime na cidade de Arari, no interior do Maranhão, o suspeito fugiu para Mato Grosso e estava trabalhando em obras na cidade de Alta Floresta. O preso também responde a inquérito policial por crime de roubo.

O crime ocorreu no dia 1º de maio deste ano. O suspeito efetuou dois golpes de faca contra a vítima, durante uma festa na cidade de Arari (MA). Na ocasião, o suspeito insistia em dançar com uma mulher, quando a vítima interveio dizendo que ela era casada.

Cerca de 20 minutos depois do homicídio, o suspeito em posse de uma arma branca tipo punhal, retornou ao local e efetuou os golpes contra a vítima, que teve o pulmão perfurado. Após os golpes, o suspeito fugiu do local. A vítima foi socorrida por terceiros, sendo necessário passar por procedimento cirúrgico.

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A prisão do foragido ocorreu após troca de informações entre a Delegacia de Polícia de Arari e Centro de Inteligência do Maranhão com a equipe da GCCO, que apontavam que o foragido estava na cidade de Alta Floresta.

Segundo investigações, o suspeito estava na cidade há aproximadamente um mês, trabalhando em obras e morando na casa de um amigo. Com base nas informações, foram realizadas diligências e o procurado preso na região da rodoviária de Alta Floresta.

Após ter o mandado de prisão cumprido, o preso foi encaminhado para a Delegacia de Alta Floresta.

Fonte: Governo MT – MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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