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Polícia Civil cumpre 25 mandados contra investigados por venda de consórcios falsos

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou na tarde desta quinta-feira (26.01), em Cuiabá, a Operação Fake Promises para cumprir 25 mandados judiciais contra membros de um grupo envolvido em venda de consórcios falsos de imóveis e veículos. O caso é investigado pela Delegacia Especializada em Estelionatos e Outras Fraudes da Capital. 

São 13 mandados de prisão preventiva e 12 de buscas e apreensão, em sete endereços dos investigados, em Cuiabá. Também é feita busca e apreensão em salas comerciais nos edifícios Palácio do Comércio, Maruanã e Top Tower, também na Capital. 

As ordens judiciais incluem ainda sequestro de valores em contas dos investigados.

De acordo com a delegada Judá Maali Marcondes, que coordena a investigação, os golpistas atraíam as vítimas por meio de redes sociais anunciando créditos contemplados. Contudo, depois que as vítimas assinavam os contratos descobriam que se tratavam de consórcios de imóveis, veículos, terrenos, entre outros.

A investigação apurou ainda que os golpistas afirmavam que os consórcios seriam de empresas dos estados do Rio de Janeiro e São Paulo, porém, a Delegacia de Estelionatos fez contato com as Polícias Civis dos estados e descobriu que não havia nenhuma empresa registrada.

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Participam da Operação Fake Promises 64 policiais da Diretoria Metropolitana (delegacias de Estelionato, de Homicídios, de Roubos e Furtos de Cuiabá, de Roubos e Furtos de Veículos) e da Diretoria de Atividades Especiais (Gerência de Operações Especiais e Delegacia de Repressão a Entorpecentes).

Fonte: GOV MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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