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Podcast traz reflexão sobre como a tecnologia impacta todas as gerações

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A conexão formada pelo compartilhamento de experiências pode aproximar todas as gerações, não importando a idade, e a tecnologia é um ponto de encontro para isso acontecer. A reflexão foi feita pelo professor Ricardo Moreira, que coordena Ensino a Distância (EAD), na Escola Técnica de Tecnologia e Informação ETE/Seciteci, no 17º episódio do podcast Conecta Jovem, do Governo do Estado, que abordou os encontros das gerações nesse século e como a tecnologia acaba por ser o ponto comum entre as diferentes idades

“Esse encontro de gerações é muito legal. Cada um pega aquilo que é interessante para ele e aprende o que precisa. Os jovens trazem as experiências deles, e os mais velhos trazem os conhecimentos adquiridos com o passar dos anos. Hoje não tem como mais viver fora do ambiente de tecnologia e os jovens podem ajudar os adultos que não cresceram dentro dessa realidade a se inserir”, comentou Ricardo.

O podcast também abordou a volta do analógico, que vem conquistando os jovens que querem entender melhor como era na época dos pais e dos avôs. “A gente ouvia vinil e fita cassete lá nos anos 80 e 90. Muita gente nem viu isso. Aí veio migrando, passando pelo CD e chegando aos streamings. Agora, os jovens querem ouvir o som com um pouco mais de qualidade, querendo ouvir um pouco mais de detalhe e estão voltando para o vinil”, ponderou.

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Além desses temas, o episódio ainda abordou as características de cada geração, como elas são impactadas pela tecnologia, e como a modernidade revolucionou a forma de ensino em sala de aula.

O 17º episódio do podcast Conecta Jovem já está disponível no YouTube e Spotify.
 

Fonte: GOV MT

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Filhote de onça-pintada é flagrada por câmeras enquanto explora área de preservação em MT

Maya, de cerca de quatro meses, foi registrada em Poconé durante momentos de exploração e interação com o ambiente

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Um filhote de onça-pintada chamado Maya foi registrado por câmeras de monitoramento do Instituto Impacto na Pousada Rio Mutum, em Poconé, a cerca de 104 quilômetros de Cuiabá. As imagens mostram o animal, com aproximadamente quatro meses de idade, explorando a área e interagindo com elementos da natureza.

Os primeiros registros de Maya foram feitos quando ela tinha cerca de três meses. Segundo o médico-veterinário Paul Raad, responsável pelo acompanhamento, a fase é marcada pelo desenvolvimento da autonomia e pelo aprendizado de comportamentos que serão importantes na vida adulta.

Em um dos registros, a filhote aparece brincando e explorando um tronco. De acordo com o veterinário, esse tipo de comportamento faz parte do processo de desenvolvimento do animal.

“Ela está naquela fase de começar a brincar, explorar o mundo e desenvolver as habilidades que vai precisar no futuro como predador. A gente tem registros bem detalhados dela brincando com a mãe e também explorando o ambiente. Como ela nasceu sem irmãos, ela acaba encontrando outros elementos para brincar, como um tronco, por exemplo”, explicou Paul.

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A identificação de Maya também foi possível graças ao acompanhamento de sua família. A filhote foi vista semanas antes ao lado da mãe, Baía, uma onça-pintada conhecida por pesquisadores, biólogos, fotógrafos e guias que frequentam a região.

Além da relação entre mãe e filha, os pesquisadores utilizam o padrão de manchas da pelagem para identificar individualmente cada animal. As rosetas presentes no corpo das onças possuem características únicas e funcionam como uma espécie de identificação natural.

“A gente consegue identificar as onças pelo padrão de manchas, que é único para cada indivíduo, como se fosse uma impressão digital. Então, a Nina tem um padrão, a Baía tem outro e a Maia tem o dela. O fato de a gente ter registrado a Maia junto com a Baía foi fundamental para confirmar essa relação”, detalhou o veterinário.

O monitoramento permite acompanhar de perto o crescimento e o desenvolvimento da filhote, além de registrar comportamentos naturais durante os primeiros meses de vida. Como nasceu sem irmãos, Maya utiliza o próprio ambiente ao redor para desenvolver habilidades por meio das brincadeiras e da exploração.

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Os registros também contribuem para o acompanhamento da fauna da região e para a identificação de indivíduos que circulam pela área monitorada.

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